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Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Ser delicado é prudente, ser indelicado é estupidez. Criar inimigos inutilmente é uma loucura, é como quem põe fogo à própria casa.
Schopenhauer
03/10/2022

Resultado surpreendente

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou à frente na contagem de votos do primeiro turno, mas o grande vitorioso foi o bolsonarismo, enquanto as pesquisas eleitorais despontaram como as maiores derrotadas, por subestimarem em muito o tamanho real do presidente. Em vez disso, com a apuração em 99,99%, Lula obteve 48,43% dos votos e vai para o segundo turno no dia 30 contra Jair Bolsonaro (PL), que chegou a 43,20%. A votação de Lula ficou dentro da margem de erro das pesquisas, mas elas não anteviram a performance do presidente. O Datafolha previa que Bolsonaro chegaria a 36%, dos votos válidos; no Ipec, eram 37%; no Ipespe, 35%. Mas não foi só isso. Candidatos bolsonaristas, especialmente ex-ministros, tiveram desempenhos inesperados em praticamente todas as esferas de governo. As urnas mostraram também uma inversão no segundo pelotão. Simone Tebet (MDB) chegou em terceiro lugar, com 4,16%, enquanto Ciro Gomes (PDT) amargou 3,05%. O ex-ministro só ficou à frente da senadora no Ceará, seu reduto eleitoral, onde obteve 6,80%, contra 1,22% de Tebet.

Logo após se tornar matematicamente claro o resultado, Lula fez um discurso em um hotel na região central de São Paulo, onde havia acompanhado a apuração. Procurando animar a militância, que esperava comemorar a vitória no primeiro turno, ele classificou a segunda rodada como “apenas uma prorrogação”. “Vai ser a primeira chance da gente fazer um debate com o presidente da República para saber se ele vai continuar contando mentiras”, disse. “Eu acho que é uma chance que o povo brasileiro me dá”, complementou. Já Bolsonaro adotou um tom moderado e não questionou o resultado. Pelo contrário, disse que os números mostravam um “desejo de mudar” por parte da população. “Eu entendo que tem muito voto que foi pela condição do povo brasileiro, que sentiu o aumento dos produtos. Em especial, da cesta básica. Entendo que há uma vontade de mudar por parte da população, mas tem certas mudanças que podem vir para pior”, afirmou, ressaltando que o segundo turno é disputado em igualdade de condições. (Metrópoles)

Terceira colocada nas eleições presidenciais, Simone Tebet discursou dizendo que vai aguardar o posicionamento dos presidentes dos partidos que a apoiam (MDB, Podemos e a federação PSDB/Cidadania) para manifestar sua posição no segundo turno. Entretanto, afirmou que sua decisão está tomada. “Só não esperem de mim — eu que tenho uma trajetória de vida de luta pelo país, neste país que tanto precisa de nós — omissão. Tomem logo a decisão, porque a minha está tomada. Eu tenho lado e vou me pronunciar no momento certo. Só espero que vocês entendam que esse não é qualquer momento do Brasil”, cobrou a senadora. Ela deu um prazo de 48 horas para as legendas, (g1)

Segundo Mônica Bergamo, o PT pretende intensificar as negociações com o MDB não apenas pelo apoio no segundo turno, mas por uma coalizão no governo, com Simone Tebet ocupando um ministério. Como foi eleita em 2014, ela estará sem mandato no ano que vem, e uma cadeira na Esplanada manteria sua visibilidade. (Folha)

Ciro Gomes, por sua vez, disse que “nunca viu situação tão complexa” e afirmou ser necessário “falar com o partido” para “acharmos o melhor caminho para servir a nação brasileira”. Na véspera da votação, ele descartou qualquer possibilidade de apoiar o PT no segundo turno. (UOL)

Maquiavel: “Em uma eleição que registrou uma explosão no número de pesquisas em relação aos pleitos anteriores, nem mesmo os institutos mais tradicionais conseguiram se aproximar do resultado das urnas neste primeiro turno. Como era de se esperar, em sua primeira declaração após o primeiro turno, Bolsonaro chamou as pesquisas de mentirosas. ‘Desmoralizou de vez os institutos’, disse o presidente.” (Veja)

Fonte: Meio
 
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