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Publilius Syrus
20/06/2022

Servidores da Funai preparam greve nacional e exigem renúncia do presidente da instituição

Indicado pela bancada ruralista, o atual presidente da Funai desmobilizou os fiscais da entidade e deixou o terreno livre para ações ilegais em Terras Indígenas

Os Servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) preparam uma greve nacional em protesto contra os atos praticados pelo atual presidente da instituição, Marcelo Xavier.

O ato de paralisação nacional está marcado para acontecer na próxima quinta-feira (23), a partir das 10h e deve ser realizada em todas as unidades da Funai ao redor do Brasil.

"Nós, servidoras e servidores da Funai, mobilizados nacionalmente e representados por nossas entidades, convocamos a todas/os estarem conosco no Ato Nacional de Greve", diz o comunicado dos servidores da Funai.

Em outro trecho da carta, eles exigem a renúncia do presidente da instituição. "Manifestaremos nossa profunda tristeza e indignação pelo assassinato bárbaro do nosso colega Bruno Pereira e do jornalista Dom Phillips e exigiremos a devida identificação e responsabilização de todos os culpados. Exigiremos, ainda, a saída imediata do Presidente da Funai, Marcelo Xavier, que vem promovendo uma gestão anti-indígena e anti-indigenista na instituição".

O presidente da bancada ruralista

O delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier foi alçado à presidência da Funai em julho de 2019 e, para tanto, contou com o apoio da bancada ruralista.

Marcelo Xavier assumiu o comando no lugar do general Franklimberg Ribeiro de Freitas, que tinha deixado o cargo em junho, após ser alvo de forte pressão da bancada do agronegócio.

No comando da instituição, Marcelo Xavier realizou demissão em massa na Funai e trocou 15 coordenações de áreas da autarquia. Bruno Pereira, que era coordenador-geral de Índios Isolados, também foi demitido por Xavier.

Presidente da Funai desmobilizou fiscalização no Vale do Javari

O cargo de fiscalização, monitoramento e desenvolvimento da Terra Indígena Vale do Javari está vago há mais de um ano, desde maio de 2021. O gabinete do presidente da Fundação Nacional do Índio (Funai), Marcelo Augusto da Silva, se recusou por três vezes nomear um servidor para a função, que é considerada de extremas importância.

De acordo com informações da Folha de S. Paulo, o pedido para a nomeação foi feito pela coordenação da Funai na região - a unidade do órgão fica em Atalaia do Norte (AM), a cidade mais próxima da terra indígena.

Sem a presença da fiscalização realizada pela Funai, as práticas de pesca e caça ilegais se proliferaram na região onde o servidor da Funai Bruno Pereira e o jornalista britânico, Dom Phillips, foram assassinados.

A principal linha de investigação da Polícia Federal sobre a morte de Pereira e Phillips trabalha, justamente, com a hipótese de que os mandantes do assassinato de Pereira e Phillips tenham ligação com a pesca ilegal.

Fonte: revista Fórum
 
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