Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Quem não duvida, não examina; quem não examina, não percebe; e quem não percebe, permanece na cegueira e na confusão.
Al-Ghazali
04/04/2022

Servidores ampliam pressão por reajustes e reestruturação de carreira

Paralisação do Banco Central afetará divulgação da pesquisa Focus, com projeções do mercado para inflação e juros

Fernanda Trisotto e Gabriel Shinohara

BRASÍLIA - A movimentação dos servidores federais por reajustes e reestruturação de carreiras vem aumentando a pressão sobre o governo nas últimas semanas. Funcionários do Banco Central (BC) entraram em greve na sexta-feira, enquanto funcionários do Tesouro Nacional realizaram paralisações. Servidores da Controladoria-Geral da União (CGU) decidiram iniciar uma “operação padrão”.

Greve do INSS:Servidores aderem à paralisação. Veja como reagendar serviços

Proposta:Motorista e entregador de aplicativo terão contribuição ao INSS descontada na fonte

Também há movimentos da Receita Federal, do INSS e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A demanda dos servidores acontece na esteira da promessa do presidente Jair Bolsonaro de que iria reajustar salários apenas das carreiras federais de segurança, como a Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen).

Nesta semana, o governo também passou a discutir a possibilidade de conceder aumento linear de 5% a partir de julho, o que não agradou aos sindicatos dos servidores. Os funcionários ficaram com os salários congelados em 2020 e 2021. Nos estados, praticamente todos os governadores já anunciaram aumentos, o que intensifica a pressão sobre Bolsonaro.

FGTS: Saque será liberado em abril: Vale a pena resgatar o dinheiro?

A greve do Banco Central começou na sexta-feira e já afeta algumas divulgações e serviços. Segundo o BC, devido à paralisação, o relatório Focus (com estimativas de mercado para a economia), os indicadores econômicos e o Relatório de Poupança não serão divulgados nas datas previstas para a próxima semana.

Forçar uma proposta

O presidente do Sindicato Nacional de Funcionários do BC (Sinal), Fabio Faiad, disse que há uma adesão de 60% a 70% dos servidores da instituição e entrega de 700 dos quase mil cargos comissionados. Quando isso ocorre, o servidor perde a gratificação, mas mantém o emprego.

VEJA QUEM SÃO OS 10 FUTUROS TRILIONÁRIOS

1 de 10

Elon Musk - Em 2022, sua fortuna é avaliada em US$263 bilhões. Deve conquistar seu primeiro trilhão em 2024, aos 52 anos Foto: POOL / via REUTERS

Elon Musk - Em 2022, sua fortuna é avaliada em US$263 bilhões. Deve conquistar seu primeiro trilhão em 2024, aos 52 anos Foto: POOL / via REUTERS

Gautam Adani e família - Em 2022, ele tem US$ 93 bilhões. Deve conquistar seu primeiro trilhão em 2025, aos 62 anos Foto: Reprodução

Gautam Adani e família - Em 2022, ele tem US$ 93 bilhões. Deve conquistar seu primeiro trilhão em 2025, aos 62 anos Foto: Reprodução

Zhang Yiming, da empresa de tecnologia ByteDance - Atualmente, tem US$59 bilhões. Deve bater US$ 1 trilhão em 2026, aos 42 anos. É o mais jovem da lista Foto: Divulgação

Zhang Yiming, da empresa de tecnologia ByteDance - Atualmente, tem US$59 bilhões. Deve bater US$ 1 trilhão em 2026, aos 42 anos. É o mais jovem da lista Foto: Divulgação

Bernard Arnault, da grife Louis Vuitton - Hoje, possui US$186 bilhões. Chegará ao trilhão em 2029, aos 79 anos Foto: Reprodução

Bernard Arnault, da grife Louis Vuitton - Hoje, possui US$186 bilhões. Chegará ao trilhão em 2029, aos 79 anos Foto: Reprodução

Mukesh Ambani, da Reliance Industries - Tem atualmente US$ 97 bilhões. Em 2029, aos 71 anos, terá seu primeiro trilhão Foto: Divulgação

Mukesh Ambani, da Reliance Industries - Tem atualmente US$ 97 bilhões. Em 2029, aos 71 anos, terá seu primeiro trilhão Foto: Divulgação

PUBLICIDADE

Jeff Bezos, fundador da Amazon - Patrimônio atual avaliado em US$188 bilhões. No futuro, em 2030, aos 65 anos, deve chegar ao trilhão de dólares Foto: Richard Brian

Jeff Bezos, fundador da Amazon - Patrimônio atual avaliado em US$188 bilhões. No futuro, em 2030, aos 65 anos, deve chegar ao trilhão de dólares Foto: Richard Brian

Larry Page, cofundador da Google - Fortuna estimada em US$119 bilhões. Chegará ao trilhão no ano 2032, aos 58 anos Foto: Divulgação

Larry Page, cofundador da Google - Fortuna estimada em US$119 bilhões. Chegará ao trilhão no ano 2032, aos 58 anos Foto: Divulgação

Sergey Brin, também da Google - Em 2022, tem US$115 bilhões. Em 2032, aos 58 anos, a fortuna suburá para US$1 trilhão Foto: Divulgação

Sergey Brin, também da Google - Em 2022, tem US$115 bilhões. Em 2032, aos 58 anos, a fortuna suburá para US$1 trilhão Foto: Divulgação

Steve Ballmer, ex-presidente da Microsoft - Tem atualmente US$ 99 bilhões. O primeiro trilhão chega em 2032, nos seus 75 anos Foto: Agência O Globo

Steve Ballmer, ex-presidente da Microsoft - Tem atualmente US$ 99 bilhões. O primeiro trilhão chega em 2032, nos seus 75 anos Foto: Agência O Globo

Michael Dell, da Dell - Seu patrimônio é avaliado em US$ 60 bilhões. Aos 67 anos, em 2033, deve bater a casa dos trilhão Foto: Reprodução

Michael Dell, da Dell - Seu patrimônio é avaliado em US$ 60 bilhões. Aos 67 anos, em 2033, deve bater a casa dos trilhão Foto: Reprodução

A demanda é por reestruturação da carreira e um reajuste de 27%. O movimento é liderado por servidores da elite do funcionalismo. Analistas do Banco Central têm salário inicial de R$ 19,2 mil que pode chegar a R$ 27,4 mil no topo da carreira.

Ele afirma que os serviços essenciais serão mantidos. O BC vem ressaltando que tem planos de contingência para manter o funcionamento de sistemas críticos, como o Pix e o Sistema de Transferência de Reservas (STR).

PUBLICIDADE

Petrobras: Ministério Público junto ao TCU tenta impedir que Adriano Pires assuma o comando da estatal

Para o presidente do Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate), Rudinei Marques, o reajuste pensado pelo governo de 5% é “completamente inaceitável:

— A mobilização é para forçar o governo a apresentar uma proposta, que efetivamente não apresentou para ninguém, nem para a polícia.

Na tarde de sexta-feira, representantes de algumas categorias se reuniram com o Ministério da Economia. Segundo Sergio Ronaldo da Silva, do Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos (Fonasefe), a expectativa era a de que a pasta apresentasse alguma resposta em relação à reivindicação de recomposição salarial de 19,99%. Em nota, a Economia afirmou que não partiu da pasta a convocação formal da reunião.

Desabafo:'É ruim ver a biografia rasgada de forma não responsável', diz Silva e Luna, demitido da Petrobras

No Tesouro Nacional, as atividades ficaram paralisadas durante todo o dia de ontem, afetando os pagamentos de despesas do governo. A mobilização já atrasou a apresentação de relatórios fiscais e provocou cancelamento de comunicados a estados e municípios.

No INSS, servidores administrativos estão em greve desde 23 de março. Já os médicos peritos paralisaram o atendimento em 30 de março, o que tem afetado o atendimento.

Fonte: O globo
 
+ Clipagem

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br