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15/02/2022

Trabalhadores do IBGE organizam atos para denunciar precarização do órgão público nesta terça

No Rio de Janeiro, o protesto acontece a partir das 10h da manhã em frente a sede da instituição no centro da cidade

Redação

Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ) |

Nesta terça-feira (15), servidores do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) farão protestos por todo o Brasil. As manifestações têm como objetivo denunciar o processo de precarização sofrido pelo órgão público.

No Rio de Janeiro, o ato acontece a partir das 10h da manhã em frente a sede da instituição, que fica na avenida Franklin Roosevelt, número 166, na região central.

Leia também: Sem orçamento, servidores do IBGE questionam decisão do STF que exige Censo em 2021

Segundo nota do Sindicato dos Trabalhadores do IBGE, desde 2015, o instituto não realiza um novo concurso para servidores efetivos e, desde então, perdeu quase 1500 servidores por aposentadorias e exonerações, o que corresponde a uma queda de 25% no seu quadro de funcionários efetivos.

“Para continuar cumprindo o seu plano de trabalho, o IBGE abusa do uso do trabalho temporário. Já sendo maioria no órgão e sustentando a coleta das pesquisas, os trabalhadores temporários possuem um vínculo frágil de trabalho, com renovações mensais de contrato, pouquíssimos direitos e uma remuneração de 1/3 de um servidor efetivo em nível de carreira”, diz trecho da nota.

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Ainda de acordo com o sindicato, trabalhadores efetivos, ativos ou aposentados, e também temporários acumulam perdas de cerca de 50%. Desde o início do governo de Jair Bolsonaro (PL), em específico, as perdas acumuladas são da ordem de 19,99%.

Nesse sentido, as mobilizações também reivindicam reajuste salarial emergencial de 19,99% para os servidores concursados e temporários e se somam a outros protestos do conjunto do funcionalismo público federal.

Saiba mais: Articulação frágil e alta rejeição enfraquecem previsões do governo para reforma administrativa

Fonte: BdF Rio de Janeiro

Edição: Mariana Pitasse

Fonte: Brasil de Fato
 
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