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24/01/2022

O desânimo na equipe econômica do governo Bolsonaro

Em reunião, auxiliares de Paulo Guedes avaliaram que outros ministros do governo transformaram o Posto Ipiranga em “loja de conveniência”

Igor Gadelha

Em reuniões internas ao longo da semana passada, o ministro Paulo Guedes e outros integrantes da equipe econômica demonstraram desânimo em relação ao atual cenário político e às perspectivas de avançar em alguma agenda liberal em 2022, ano de eleições gerais.

A avaliação foi de que as recentes declarações do presidente Jair Bolsonaro em defesa de reajuste salarial a policiais federais e da ampliação dos gastos públicos são sinalizações claras das dificuldades que a equipe econômica enfrentará ao longo deste ano.

O diagnóstico na área econômica é de que, além do próprio presidente, três ministros do governo “atrapalham” o trabalho de Guedes: Rogério Marinho (Desenvolvimento Regional), Onyx Lorenzoni (Trabalho e Emprego) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

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Em uma das reuniões internas na semana passada, o titular da Economia e seus auxiliares chegaram a admitir que, por motivos diferentes, esses três ministros teriam “transformado” o “Posto Ipiranga” do governo em “loja de conveniência”.

Marinho, por ter articulado mudanças na regra do teto de gastos; Onyx, por ter “atrapalhado” o avanço da reforma administrativa; e Bento, por não ter conseguido fazer nenhum leilão em sua área no modelo de concessão, mantendo apenas o regime de partilha usado em governos do PT.

Fonte: Metrópoles
 
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