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01/12/2021

Com nova revisão, Brasil registrou fechamento de empregos formais em 2020

Dados atualizados do Caged mostram que país destruiu 191,5 mil empregos formais no ano passado. Em novembro, primeira revisão já havia cortado o número de vagas com carteira pela metade, mas o saldo ainda era positivo, de 75.883.

Por g1

Homem segura carteira de trabalho enquanto procura emprego na região central de São Paulo — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Homem segura carteira de trabalho enquanto procura emprego na região central de São Paulo — Foto: Amanda Perobelli/Reuters

Uma nova revisão de dados feita pelo Ministério do Trabalho e Previdência indica que o Brasil registrou fechamento de vagas de trabalho com carteira assinada no ano passado - ao contrário do que foi divulgado inicialmente.

Com a revisão, os dados mais recentes do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostram que o país destruiu 191,5 mil empregos formais no ano passado.

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Em novembro, a primeira revisão já havia cortado o número de empregos com carteira pela metade, mas o saldo ainda era positivo, de 75.883.

Painel de informações do novo Caged — Foto: Reprodução

Painel de informações do novo Caged — Foto: Reprodução

Na primeira divulgação, em janeiro deste ano, o governo informou que o Brasil havia criado 142.690 empregos com carteira assinada em todo ano passado com base nos dados do Caged.

Na ocasião, os números foram divulgados pelo Ministério da Economia e o ministro Paulo Guedes declarou que o resultado do mercado de emprego em 2020, primeiro ano da pandemia da Covid-19 e em que o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 4,5%, era uma "grande notícia".

Os números iniciais do Caged também destoavam da trajetória da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad). Embora a pesquisa do IBGE tenha uma metodologia diferente da do Caged, ela mostrou uma piora substancial do mercado de trabalho no ano passado.

O que diz o ministério

Em nota técnica, o Ministério do Trabalho e Previdência informou que foram realizadas atualizações na pesquisa com o objetivo de "aumentar a precisão de toda a série de dados do Novo Caged."

A atualizações realizadas formas seguintes:

Declarações fora do prazo das empresas - majoritariamente pertencentes ao Simples - do eSocial a partir de maio de 2021;

Exclusões de informações de admissões e demissões que possam ter sido reportadas equivocadamente pelas empresas; e

Adequação na consolidação dos dados do eSocial com as declarações feitas no sistema do Caged.

Com base nas atualizações, de um total de 59,6 milhões de movimentações realizadas entre janeiro de 2020 e setembro de 2021, o ministério identificou um aumento de 1,98% no total de admissões e um crescimento de 3,65% no volume total de desligamentos.

Em 2021, o crescimento foi de 1,1% nas admissões e 2,9% nos desligamentos.

"Destaca-se que revisões de bases de dados são naturais, ainda mais em contextos de transição ou de situações atípicas como a de uma pandemia, sendo realizadas por diversos órgãos e institutos de estatísticas no mundo todo", informou o ministério.

Nova metodologia

No ano passado, o governo realizou uma mudança na metodologia do Caged, o que fez com que os dados recentes não possam mais ser comparados à série histórica anterior ao ano de 2020, segundo economistas ouvidos pelo g1.

Com a alteração metodológica, desde janeiro do ano passado, o cálculo do novo Caged passou a considerar outras fontes de informações. Além da pesquisa realizada mensalmente com os empregadores, o sistema também puxa dados do eSocial e do empregadorWeb (sistema no qual são registrados pedidos de seguro-desemprego).

A mudança gera impacto porque, segundo analistas, a declaração dos vínculos temporários à pesquisa do Caged é opcional – mas a inserção no eSocial é obrigatória. O Novo Caged, portanto, gera resultados maiores ao considerar esses vínculos, subdeclarados no sistema antigo.

Fonte: O GLOBO
 
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