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Al-Ghazali
20/10/2021

Plano de produção de petróleo no mundo é o dobro do que clima suporta, aponta relatório da ONU

Análise lançada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente posiciona Brasil entre países que causam preocupação

Rafael Garcia

São Paulo - O volume de combustíveis fósseis que os países com grandes reservas pretendem produzir até 2030 é mais que o dobro daquela que o Acordo de Paris contra a mudança climática acomoda, afirma um relatório lançado hoje pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma). Entre os países vistos com preocupação está o Brasil, que tem planos ambiciosos de exploração no pré-sal.

COP26:Empresas pedem metas mais ambiciosas do Brasil na Cúpula do Clima

Segundo o levantamento, emissões globais por queima de combustíveis fósseis deverão estar no máximo em 17 bilhões de toneladas de CO2 por ano no fim desta década para evitar que o planeta aqueça mais de 1,5°C no século. Os grandes produtores, porém, planejam produzir, somados, 36 bilhões de toneladas.

Leia mais:Apetite voraz da China por energia expõe tensões antes da Cúpula do Clima da ONU

Intitulada “Relatório sobre a Lacuna de Produção”, a análise do Pnuma complementa outra que o programa lança na semana que vem, sobre países como “emissores” de CO2. O documento de hoje, coordenado pelo Instituto de Ambiente de Estocolmo, destaca os “produtores” de petróleo, gás e carvão como uma peça importante do quebra-cabeças da negociação.

NOTÍCIAS EM IMAGENS NESTA TERÇA-FEIRA PELO MUNDO

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Homem se filma diante de barricada de pneus em chamas durante greve geral, em Porto Príncipe Foto: RICHARD PIERRIN / AFP

Homem se filma diante de barricada de pneus em chamas durante greve geral, em Porto Príncipe Foto: RICHARD PIERRIN / AFP

Manifestante cospe fogo em formato de goração em protesto para marcar o segundo ano de insurreição civil contra a desigualdade social, em Santiago Foto: MARTIN BERNETTI / AFP

Manifestante cospe fogo em formato de goração em protesto para marcar o segundo ano de insurreição civil contra a desigualdade social, em Santiago Foto: MARTIN BERNETTI / AFP

Homem assiste a uma reportagem com imagens de arquivo de um teste de míssil norte-coreano, em uma estação ferroviária em Seul Foto: ANTHONY WALLACE / AFP

Homem assiste a uma reportagem com imagens de arquivo de um teste de míssil norte-coreano, em uma estação ferroviária em Seul Foto: ANTHONY WALLACE / AFP

Povo afegão distribui comida por ocasião do Eid-e-Milad-un-Nabi, que marca o aniversário de nascimento do Profeta Maomé, na cidade de Herat Foto: HOSHANG HASHIMI / AFP

Povo afegão distribui comida por ocasião do Eid-e-Milad-un-Nabi, que marca o aniversário de nascimento do Profeta Maomé, na cidade de Herat Foto: HOSHANG HASHIMI / AFP

Detidos libertados da prisão de Insein comemoram em Yangon. As autoridades libertaram milhares de pessoas presas por protestarem contra um golpe de fevereiro que derrubou o governo civil Foto: STR / AFP

Detidos libertados da prisão de Insein comemoram em Yangon. As autoridades libertaram milhares de pessoas presas por protestarem contra um golpe de fevereiro que derrubou o governo civil Foto: STR / AFP

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A princesa Mako do Japão, filha do príncipe herdeiro Akishino e da princesa Kiko, caminha em direção aos Santuários dos Três Palácios para orar antes de seu casamento no Palácio Imperial em Tóquio, Japão Foto: KYODO / via REUTERS

A princesa Mako do Japão, filha do príncipe herdeiro Akishino e da princesa Kiko, caminha em direção aos Santuários dos Três Palácios para orar antes de seu casamento no Palácio Imperial em Tóquio, Japão Foto: KYODO / via REUTERS

O Acordo de Paris é sobre limite de emissões, não de produção, mas esta é essencial no planejamento, porque uma grande oferta de combustível fóssil pressiona por sua aquisição e uso, mesmo com a exportação do produto não sendo penalizada diretamente no tratado.

Os cortes de emissão prometidos até agora não salvarão o planeta do aquecimento de 1,5°C,mas já são suficientes para comprometer as ambições do mercado global de energia. Em 2030, os produtores de petróleo pretendem produzir 10% mais do que os governos prometem deixar queimar.

O Pnuma pretende reeditar o relatório sobre a lacuna de produção periodicamente, para monitorar e estimular governos a reverem suas políticas. Esta edição é a terceira, porém, e quase não houve avanço em relação à primeira, de 2019. A nova edição foi publicada a 20 dias do início da COP-26, a conferência do clima de Glasgow, onde os países signatários do Acordo de Paris continuam a discutir como implementá-lo.

Fonte: O GLOBO
 
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