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Publilius Syrus
22/07/2021

O futuro de Guedes com a 'pequena reforma ministerial' de Bolsonaro

A “pequena reforma ministerial” que o presidente Jair Bolsonaro pretende dar cabo no início da próxima semana vai coroar o casamento do governo com o centrão, dando cadeira-chave na estrutura de poder do Palácio do Planalto para um renomado cacique do grupo que domina a cena congressual há alguns governos.

Mas a mudança traz outros efeitos interessantes de serem observados na relação entre o presidente e seu ministro da Economia.

Paulo Guedes conseguiu construir, no início da gestão Bolsonaro, um ministério de tamanho inimaginável para seus antecessores. Não só comandava a então poderosa Fazenda, como incorporou sob seu guarda-chuva pastas como o Planejamento, Previdência, Trabalho e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.

O gigantismo refletia, em boa medida, as aspirações do novo comandante da equipe econômica federal e o tamanho do prestígio que Guedes tinha junto ao novo inquilino do Palácio da Alvorada.

O tempo passou. Os desejos gigantes da equipe econômica se transformaram em frustrações abissais ou ganhos de tamanho mais modesto. O guarda-roupa de liberal foi aposentado pelo presidente e o político preocupado em ter apoio e proteção de deputados e senadores ocupou o lugar deixado vazio. O sonho de se perpetuar no poder, seja pela via da reeleição ou por outros caminhos opostos ao instituto democrático, também contribuiu para reduzir tamanho e influência do ministro econômico sobre o chefe.

Mesmo que a recriação do Ministério do Trabalho se torne realidade e a nova pasta tenha sob sua jurisdição tanto as políticas voltadas para o mundo do emprego quanto as questões previdenciárias, ainda assim, Paulo Guedes seguirá comandando um latifúndio.

Mas o poder de abastecimento daquele que já foi o maior Posto Ipiranga que esse país já viu tende a ficar dentro dos limites impostos pelo novo queridinho do Planalto, o centrão.

Fonte: O Globo
 
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