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Autor Desconhecido
10/07/2020

Maia retomará discussão da reforma tributária 'independentemente' do governo e sem diálogo com Guede

BRASÍLIA — O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira, em videoconferência do banco BTG Pactual, que parlamentares retomarão a discussão da reforma tributária na próxima semana "independentemente" de haver ou não uma proposta do governo sobre o tema. Maia afirmou ainda que "não conversa" com o ministro da Economia, Paulo Guedes, desde a tramitação do projeto de socorro aos estados e municípios.

Na semana passada, Guedes disse que a proposta de reforma do governo está "absolutamente pronta", mas o texto ainda não foi enviado aos parlamentares. Maia ressaltou que dialoga com técnicos do ministério, mas não precisa conversar com o ministro.

— Eu tenho conversado com os técnicos, não tenho conversado com o ministro Paulo Guedes. Inclusive, a pedido de alguns, há um tempo fiz um gesto, mas o ministro não teve interesse. Então, para mim, não faz a menor diferença conversar ou não com Paulo Guedes. Para mim faz diferença conversar com os técnicos, porque baseado nos dados concretos posso ajudar o Congresso e a Câmara a tomar as melhores decisões em relação aos projetos, principalmente aqueles que têm impacto fiscal — disse.

Ao ser perguntado sobre o assunto, Maia argumentou que Guedes foi "agressivo" com a Câmara e indicou que o ministro não quis estender a mão para uma reconciliação. Quando questionado sobre a reforma tributária, o deputado afirmou que o tema é "prioridade".

— A Câmara vai retomar esse debate a partir da próxima semana. Eu já avisei ao presidente do Congresso (Davi Alcolumbre), nós temos uma comissão mista (de deputados e senadores para debater a reforma). Eu espero que ele possa autorizar a retomada do debate na comissão mista. Mas, se isso não acontecer, a Câmara vai recomeçar esse debate (em comissão apenas de deputados) — disse Maia, que acrescentou: — (Vamos debater) independentemente do governo.

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Maia reiterou sua posição contrária ao veto do governo que acabou com a desoneração da folha de pagamento de 17 setores e criticou mais uma vez a possibilidade de criação de uma nova CPMF para compensar a renúncia fiscal.

— Acho que vai ter maioria para derrubar o veto. Tem um custo (da desoneração) para o ano que vem. O governo sinalizou o presidente a vetar a matéria. E esse custo vai ter que ser organizado, esses R$ 10 bilhões vão ter ser organizados na peça orçamentária que vai ser aprovada até o final do ano.

Além de apontar para a demora no envio de um texto para a reforma tributária, o deputado criticou a inação do governo diante da reforma administrativa e em relação à discussão do auxílio emergencial. Ele avisou que haverá pressão para prorrogação do benefício de R$ 600 por mais tempo, além das duas ou três parcelas negociadas pelo governo.

— O governo precisa parar de fazer discurso sobre renda brasil e apresentar o projeto (sobre renda mínima) (...) Se o governo deixar tudo pra última hora, é claro que a pressão sobre deputados e deputadas, sociedade e senadores, será grande por mais algum período de R$ 600 reais.

Fonte: O Globo
 
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