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22/05/2020

Pedidos de seguro-desemprego aumentam 76% nos primeiros 15 dias de maio em relação a 2019

Número também representa um aumento de 4,9% em comparação com a segunda quinzena de abril deste ano

Lorenna Rodrigues, O Estado de S.Paulo

Os pedidos de seguro-desemprego aumentaram 76,2% na primeira quinzena de maio na comparação com o mesmo período de 2019. De acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Economia, foram 504.313 solicitações. No ano passado, nesse mesmo período, foram 286.272 pedidos.

Carteira de trabalho

De janeiro até o dia 15 de maio, foram feitos 2,841 milhões de pedidos de seguro-desemprego Foto: Arquivo/Agência Brasil

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O Ministério da Economia estima que haja uma fila de 250 mil solicitações represadas do período em que as agências do Sine estavam fechadas.

O número ainda representa um aumento de 4,9% na comparação com a segunda quinzena de abril deste ano (480.848).

O Estado com mais pedidos foi São Paulo (149.289), seguido por Minas Gerais (53.105) e Rio de Janeiro (42.693). Nesse período, 77,5% dos pedidos foram feitos via internet. Depois de um decreto no fim de abril ter definido o processamento de seguro-desemprego como serviço essencial, porém, as solicitações presenciais aumentaram 58,5% em relação à segunda quinzena de abril.

De janeiro até o dia 15 de maio, foram 2,841 milhões de pedidos, o que representa um aumento de 9,6% em relação ao mesmo período do ano passado.

Mesmo com a necessidade de isolamento social para conter o avanço da covid-19, a maior parte dos pedidos ainda é feita presencialmente. Segundo a pasta, 46,1% dos pedidos foram feitos pela internet e 53,9% nas agências do governo.

O seguro desemprego é pago ao trabalhador com carteira assinada demitido sem justa causa. O trabalhador tem até 120 dias após a demissão para pedir o benefício, que pode ser solicitado via internet por meio do portal de serviços do governo e pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.

É necessário cumprir algumas regras, como recebido salários em pelo menos 12 meses nos últimos 18 meses na primeira solicitação e não estar recebendo benefício de prestação continuada da Previdência Social.

Fonte: Estadão
 
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