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Sustenta e defende as tuas prerrogativas, uma transigência, neste particular, não avilta apenas a ti próprio, compromete uma classe.
Dr. Aristides Junqueira
26/03/2020

Bolsonaro gera crises porque imagina que elas o favorecem

Sérgio Abranches

Sérgio Abranches: “Bolsonaro gera crises porque imagina que elas o favorecem e porque não consegue conter sua personalidade conflituosa, assombrada por paranóias seriais. A teleconferência com os governantes do Sudeste foi um desastre político. Bolsonaro escolheu o distanciamento político radical dos governadores, do Congresso e de seus auxiliares mais equilibrados. Incapaz de cumprir com suas responsabilidades como primeiro mandatário em um estado de calamidade pública, força seus ministros a um comportamento leviano que pode resultar em perdas elevadas de vidas humanas. É simples, ou se enquadram ou saem.

Bolsonaro deve imaginar que poderá culpar os governadores e prefeitos pela recessão, que será global. Com a justaposição entre a mais séria crise de saúde coletiva da história recente, a paralisação econômica e a crise política, o Brasil vive um dos mais dramáticos de sua história e o de maior risco político do período posterior ao regime militar. Diante do grau de incerteza que experimentamos, todos os governantes têm por obrigação moral tomar as medidas de precaução considerando o pior cenário. Na incerteza o melhor cenário nunca pode ser o guia, sob o risco de causar perdas muito maiores à sociedade.” (SA)

Thomas Traumann: “O que Bolsonaro e Trump estão defendendo é em manter a economia em ritmo quase normal, permitindo a infecção de grande parte da população. Na teoria, a maioria ficaria doente com sintomas leves e a sociedade desenvolveria uma imunidade coletiva. Lógico, nesse meio tempo, os mais frágeis e velhos morreriam numa espécie de darwinismo sanitário que protegeria a economia. A recessão econômica deste ano é um dado da natureza, mas Bolsonaro quer empurrar para o colo dos governadores a responsabilidade pela crise. Quando centenas de milhares de pessoas perderem seus empregos, a quem vão culpar? A Bolsonaro, que diz se compadecer das suas angústias, ou aos governadores, que decidiram pelo fechamento do comércio? O presidente joga ainda com o fato de a rede hospitalar federal ser pequena. A maior quantidade dos corpos dos mortos irá se avolumar nos corredores dos hospitais estaduais, e novamente o presidente poderá acusar os governadores. Qual imagem que afetará 1º a vida do eleitor, a de filas de desempregados ou a de caixões? Posto assim, tudo parece um jogo político frio e desumano, como uma partida de xadrez. E é. Nós, brasileiros, somos os peões.” (Poder 360)

Fonte: Poder360
 
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