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09/01/2020

Com Bolsonaro, eleições municipais podem virar ‘plebiscito’ sobre o governo

Análise é da cientista política e professora da PUC-SP e da Fespsp, Rosemary Segurado. "Essa eleição será mais nacionalizada do que as outras", prevê.

Publicado por Redação RBA

De acordo com Rosemary, Bolsonaro deve aproveitar das urnas para testar seus dois anos de governo, e candidatos que apoiam devem lançar agenda moral para tentar eleição, a despeito das questões municipais

São Paulo – A pouco mais de nove meses do primeiro turno das eleições municipais – marcadas para 4 de outubro – a previsão é de que a disputa para a escolha de prefeitos e vereadores nas cidades brasileiras “vire uma espécie de plebiscito do governo de Jair Bolsonaro”. A análise é da cientista política e professora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) e da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, Rosemary Segurado, que prevê um pleito dividido entre mostrar apoio, ou não, ao atual presidente da República.

“Infelizmente esse momento tão oportuno de discutir melhor os problemas de cada cidade é pouco aproveitado pela política, porque a eleição vira um espécie de plebiscito do governo”, projeta a professora, em entrevista ao jornalista Glauco Faria, no Jornal Brasil Atual.

De acordo com reportagem da Folha de S.Paulo, Bolsonaro almeja cumprir com as burocracias legais para oficializar seu partido Aliança pelo Brasil até o início de abril, e assim lançar seus candidatos pela nova sigla, embora ainda não tenha se manifestado diretamente sobre os nomes que apoiará, que podem ser também de outras legendas. Ainda assim é certo, de acordo com Rosemary, que candidatos alinhados ao seu governo irão usar o nome do presidente para emplacar pontos de uma “agenda moral”.

O risco, segundo a professora, é que as campanhas, empreendidas na lógica de “plebiscito” sobre o governo, sejam inclusive deseducativas, tratando de questões que não são da alçada municipal ou ainda repetindo, como no pleito presidencial, as chamadas fake news.

“Acho que para o cidadão comum a eleição deveria ser um processo de ampliação do conhecimento sobre a política. Então os eleitores precisam compreender essas dimensões para saber onde reivindicar seus direitos, como podem propor medidas que possam transformar a vida cotidiana. Espero que a imprensa acompanhe efetivamente isso, porque uma política com base na desinformação, com base na mentira, não promove a cidadania, ao contrário, retira a cidadania e o espírito democrático de um país e de uma cidade”, afirma Rosemary.

Fonte: Rede Brasil Atual
 
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