Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

O bom texto não é escrito, é reescrito
Ovídio
14/11/2019

A luta em defesa da previdência pública continua, por Daniel Almeida

O ano de 2019 foi perdido. Os resultados do governo Bolsonaro levam o Brasil a andar para trás. A promulgação da Reforma da Previdência, nesta terça-feira (12), representa um dos maiores retrocessos nacionais num dos piores momentos da história brasileira.

Como a oposição havia denunciado, a reforma deforma direitos dos trabalhadores e dificulta o acesso à aposentadoria. Todos terão que trabalhar mais para garantir os seus direitos básicos.

Evitou-se alguns danos, mas infelizmente o que foi promulgado ainda traz grandes prejuízos para os direitos previdenciários dos mais pobres. Surpreendentemente, o presidente da República caminha em sentido contrário aos interesses de quem o elegeu e implementa políticas que empobrecerão ainda mais a população. As mudanças previdenciárias na Constituição retirarão R$ 1 trilhão dos mais pobres em 10 anos.

O desmonte completo da Previdência pública foi apresentado como se fosse a solução para todos os problemas nacionais, o que não é verdade. A proposta inicial acabava com o conceito de seguridade social e de solidariedade entre gerações, favorecendo banqueiros. O trabalhador teria dificuldade para garantir a aposentadoria, tendo de negociar diretamente com os bancos.

Após contundentes manifestações no Parlamento e nas ruas, conseguiu-se fazer modificações profundas e minimizar danos da proposta que era arrasadora. Retirou-se a capitalização que era o prejuízo maior. Esse modelo do Chile já se mostrou desastroso, está levando milhares de chilenos para as ruas em protestos. No Brasil, conseguiu-se manter a constitucionalização de direitos previdenciários, reduziu-se os ataques aos trabalhadores rurais e preservou-se o pagamento de benefício assistencial a idosos vulneráveis.

Não foi possível deter toda a maldade da reforma que amplia as desigualdades sociais no país. Ela não acaba com privilégios e beneficia setores, como os ruralistas. Não tem cabimento que quem ganha muito produzindo para exportação fique isento de pagamento previdenciário.

Apesar desse cenário desolador, é preciso continuar debatendo o assunto e preparando a resistência a outros desmontes que esse governo tem levado ao Congresso nacional contra o povo brasileiro. Não vamos perder a esperança nem a capacidade de resistir e lutar.

Intensificaremos ainda mais a nossa luta. Estamos mobilizados para tentar derrotar ou pelo menos desidratar matérias que prejudicam os trabalhadores. E seguiremos exigindo que o governo desenvolva ações que impulsionem o desenvolvimento econômico, social e humano. Para ter desenvolvimento é preciso investimento. E para ter investimento é preciso confiança, e ninguém confia nesse governo! O Brasil e os brasileiros não merecem esse governo antipovo.

*Daniel Almeida é deputado federal pela Bahia e líder do PCdoB na Câmara.

 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br