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O Talmude
13/11/2019

Grupo que atende órgãos públicos é investigado por suspeita de lesar trabalhadores e contratantes

Grupo que atende órgãos públicos é investigado por suspeita de lesar trabalhadores e contratantes

Nas últimas três décadas, um grupo de prestadoras de serviços se habituou a vencer licitações em áreas de limpeza predial, vigilância, portaria, ascensorista, bilheteria, entre outras atividades. Juntas, 19 empresas já receberam, em 10 anos, R$ 1 bilhão em contratos com órgãos federais, estaduais e 25 prefeituras gaúchas. Ao mesmo tempo em que sobrevive com dinheiro público, a maioria delas pode estar lesando o fisco e os empregados, e parcela dessa conta fica para o contribuinte pagar.

Interligadas por laços familiares ou de amizade, com origem nas extintas Alerta Vigilância e Abrasul, que eram controladas por Luiz Paulo Pereira Prates, 67 anos, 16 empresas desse grupo — incluindo FA, Multiágil e Forte Sul — são alvo de 11 mil processos trabalhistas e cerca de 60 ações de execução fiscal. A relação entre nove delas foi mapeada pela Justiça do Trabalho por meio de vínculos bancários, uso compartilhado de veículos e alternância entre sócios. Essas 16 somam R$ 128,4 milhões em dívidas, apenas em tributos federais (débitos tributários, previdenciários, multas trabalhistas e FGTS), conforme dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Saiba como funciona o esquema

Aos 70, aposentado aprende a ler e compra primeiro livro na Feira: "Não sei se mereço tanto"

O sorriso virou gargalhada quando o estivador aposentado e guardador de carros João Carlos dos Santos, 70 anos, leu o "Bem-Vindos!" escrito na faixa de uma das entradas que dão acesso à 65ª Feira do Livro de Porto Alegre, na Praça da Alfândega, no dia 5. Definindo a possibilidade de passear no local como um presente adiantado de Natal, Santos foi a convite do Programa de Alfabetização de Adultos do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), do qual faz parte há um ano.

Até 2018, o homem que desistiu dos estudos no 1º ano do Ensino Fundamental para ajudar a mãe recém viúva, Inês, no sustento da família, não sabia ler o próprio nome. Retornar à escola se tornou algo possível quando, ao comentar informalmente com um cliente do estacionamento do Mercado Público (local onde cuida de carros aos sábados e domingos) o desejo de aprender a ler, foi incentivado a procurar as aulas gratuitas do CIEE. Leia mais

Na hora do pico, uso de pista exclusiva por táxis faz diferença?

Desde 28 de outubro, táxis e lotações estão autorizados a trafegar pelas faixas exclusivas para ônibus em Porto Alegre. A medida tem como objetivo melhorar a circulação para os veículos nos horários de pico (das 6h às 9h e das 16h às 20h). Para ver qual é o impacto da novidade na prática, GaúchaZH realizou viagens em horários distintos no dia 4.

Por volta das 7h, a repórter Bruna Vargas solicitou um táxi e Tiago Boff, um veículo de app para percorrer cerca de 12 quilômetros da Zona Sul até a Avenida Erico Verissimo. O trajeto passava pelas faixas exclusivas das avenidas da Cavalhada e Nonoai.

Às 18h, foram dois percursos na Zona Norte, onde os táxis podem trafegar pelas faixas exclusivas das avenidas Brasil e Assis Brasil. O repórter Vitor Rosa foi de táxi e a repórter Jéssica Rebeca Weber usou um app de transporte. Veja o desempenho nos diferentes trajetos

Depois de cantar até em velório, Luísa Sonza deixou o interior gaúcho para conquistar o Brasil

O que define uma boa menina? Ser casada, sustentar uma carreira por 14 anos, honrar pai e mãe? Jogar bola, postar fotos de biquíni, fazer preenchimento labial? Rebolar? Ter independência financeira? Tudo isso cabe no currículo de Luísa Sonza. A artista de 21 anos desafia quem tenta rotulá-la. Nas palavras da cantora e compositora, uma boa menina não deixa ninguém dizer o que ela deve fazer.

Pode ser que você não tivesse ouvido falar nela antes, apesar de a gaúcha de Tuparendi ter quase 15 milhões de seguidores no Instagram, um alcance impressionante para quem viveu até os 17 anos em uma cidade com menos de 8 mil habitantes. Seu primeiro álbum, Pandora, foi lançado em junho e, em menos de três meses, atingiu 100 milhões de reproduções no Spotify, plataforma de streaming.

Em um bate-papo com a Revista Donna, Luísa contou sobre o início de sua carreira no interior do Estado, sobre o casamento com o comediante Whindersson Nunes e os planos para o futuro como artista. Confira

Fonte: ZH
 
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