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17/09/2019

‘Esquerda precisa dialogar com futuro, sem abandonar experiência do passado’, diz Pochmann

O economista Marcio Pochmann explica como a crise de 2008 fortaleceu a extrema-direita e defende novas formas de organizações políticas e trabalhistas

Publicado por Redação RBA

Professor lembra que a crise de 2008 colocou em pauta a defesa dos interesses nacionais. A partir disso, grupos de uma extrema direita emergira com o discurso anti-globalização e assentado em valores conservadores

São Paulo – Enquanto diversos países observam novas formas de mobilização do campo progressista, o Brasil precisa definir uma perspectiva própria na renovação da esquerda, que passa pela negação de um receituário neoliberal e um diálogo com o futuro. Essa é a análise do professor de Economia e pesquisador do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) Marcio Pochmann, que também é presidente da Fundação Perseu Abramo.

O professor lembra que, atualmente, há exemplos em outros países que podem servir de espelho para o Brasil, onde se misturam a inovação e a experiência. “Há dois caminhos sendo testados no aspecto da esquerda: a novidade do Podemos, na Espanha, que surge em organização em rede, e dos partidos tradicionais que tem lideranças inéditas, como o Bernie Sanders, no Estados Unidos, e Jeremy Corbyn, na Inglaterra. A esquerda não pode abandonar a experiência do passado, mas precisa dialogar com o futuro”, afirma Pochmann, em entrevista aos jornalistas Marilu Cabañas e Glauco Faria na Rádio Brasil Atual.

Pochmann lembra que a crise de 2008 teve uma repercussão política mundial e colocou em pauta a defesa dos interesses nacionais. A partir disso, grupos de extrema direita emergiram com o discurso anti-globalização, assentado em valores conservadores.

“Vemos no Brasil a emergência de uma nova direita, que conversa com o novo ciclo que se abriu, mas ainda sem um rumo. Há governos com posturas diferentes, como nos Estados Unidos, que se dizem amigos do mercado, mas com políticas de defesa do espaço nacional”, disse o professor. Ele ressalta ainda que, no Brasil, houve uma mudança de perspectiva no setor conservador com a derrubada de Dilma Rousseff. “A expectativa era de que a oposição derrotada em 2014 voltasse ao governo, como ocorreu no governo Temer, e se consolidasse em 2018. Todavia, o bloco do PSDB não conseguiu nem 4% dos votos, ou seja, há um novo centro da direita que ainda é difícil de identificar como funciona”, explica.

Para Pochmann, com a criação de novos cargos informais e precarização do trabalho, a narrativa do empreendedorismo tornou-se um eufemismo. É preciso discutir novas formas de organizações trabalhistas, pois houve um esgotamento da sociedade assentada na presença forte da indústria, o que reduziu a presença de uma parte significativa da classe trabalhadora assalariada.

“Nenhuma sociedade permanece a mesma ao longo do tempo, e isso se aplica ao que estamos vivendo. Os trabalhadores das plataformas digitais já superam 5 milhões das ocupações do Brasil, isso se transforma na categoria com a maior concentração de trabalhadores, depois das domésticas”, destaca.

 
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