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Muslih-ud-Din Saadi
16/09/2019

Reforma da previdência e recessão econômica dão ‘dor de barriga’ no Congresso Nacional

Não há no Congresso Nacional um único deputado ou senador que não esteja com ‘dor de barriga’ em virtude da recessão econômica e a reforma da previdência, qual seja, a votação pelo fim da aposentadoria.

A reforma da previdência, aliada o desastre da política econômica neoliberal, pode abreviar carreiras de parlamentares. A maioria deles corre risco de não se eleger –ou eleger aliados– na eleição municipal do ano que vem e, se disputar a reeleição de 2022, também tende a levar bomba do eleitor.

Na semana passada, o Blog do Esmael anotou aqui que deu chabu na reforma da previdência no Senado. E é verdade. Os senadores não conseguiram votar a matéria. Inicialmente, adiaram a apreciação para o dia 18; agora já falam em 24 de setembro.

Há duas PECs tramitando no Senado sobre o fim da aposentadoria. Uma voltada para os trabalhadores da inciativa privada (PEC 6/2019) e outra atinente aos servidores públicos, a PEC Paralela (PEC 133/2019). Ambas são diabólicas porque atendem aos interesses dos bancos privados e são contrárias à sociedade.

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Reforma da previdência

A reforma da previdência (PEC 6/2019) e a PEC Paralela (PEC 133/2019) passarão pela quinta sessão de discussão em primeiro turno no plenário do Senado.

A PEC 6/2019 deve cumprir a sua última sessão de discussão nesta segunda-feira (16) e voltar à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para a análise das emendas, só depois será votada no Plenário. Em acordo de líderes partidários, ficou estabelecido que a votação do texto principal da reforma será no próximo dia 24, atendidos todos os prazos regimentais.

Já a PEC Paralela, proposta que traz outras sugestões de alterações na Previdência como a inclusão de estados e municípios, será discutida na quarta-feira (18).

A ideia é que a PEC principal não seja mais alterada. Caso ela seja aprovada pelo Senado, já poderá ser transformada em emenda constitucional. A PEC paralela ainda precisa passar pela Câmara dos Deputados.

Fonte: Blog do Esmael
 
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