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02/08/2019

‘Ato do dia 13 terá muita força, intensidade e paralisações’, garante presidente da CUT

Central se soma à mobilização contra a "reforma" da Previdência, em defesa da educação pública e por empregos

Publicado por Redação RBA

MÍDIA NINJA

No último ato, em 30 de maio, foi estimada a participação de 300 mil pessoas só em São Paulo

São Paulo – As manifestações do próximo dia 13, contra a “reforma” da Previdência e o desmonte da educação, prometem ser ainda maiores do que as realizadas nos dias 15 e 30 de maio. O presidente da CUT, Vagner Freitas, garante que os trabalhadores e estudantes levarão às ruas “muita força, intensidade e paralisações”, para rejeitar os retrocessos do governo Bolsonaro.

Vagner diz que é preciso continuar nas ruas, já que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 ainda será votada no Senado Federal, depois do segundo turno na Câmara dos Deputados, prevista para a semana que vem. “É uma luta árdua. Percebeu-se na votação da Câmara que os empresários mandam no Congresso, com governo despejando recursos financeiros para que os deputados votassem a favor da reforma. O mesmo será feito no Senado. Nós precisamos continuar o enfrentamento”, disse o dirigente à TVT.

Segundo o dirigente, a CUT se soma à mobilização da Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação (CNTE) contra a “Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos” que já estava programada. “É importante ressaltar que essa é a principal luta da CUT. Não podemos esquecer que o governo Bolsonaro continua com seu processo de desmonte de todas as políticas públicas”, acrescentou.

O presidente da CUT diz que os sindicatos filiados estão orientados a realizar paralisações e, caso não tenham condições de parar, devem realizar manifestações. A ideia ainda é pressionar os deputados em suas bases para que mudem os votos no segundo turno da votação da PEC, na Câmara. “Vamos fazer manifestações na praça, no coreto da cidade em que eles têm mais votos, espalhar cartazes mostrando que são contra a classe trabalhadora. Nessas cidades de pequeno ou médio porte os deputados se sentirão mais pressionados. E se a base dele for uma cidade maior, nos grandes centros, vamos aos bairros onde também tem votação”, finalizou.

 
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