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02/05/2019

Centrais sindicais e partidos de esquerda se unem no 1º de maio para criticar Bolsonaro

Evento em São Paulo reuniu, no mesmo palco, Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL), candidatos derrotados nas eleições de 2018

A celebração do Dia do Trabalho em São Paulo, berço do sindicalismo, uniu pela primeira vez dez centrais sindicais , duas frentes populares e representantes de partidos de esquerda como PT, PSOL e PSTU em um ato crítico ao governo do presidente Jair Bolsonaro.

O mesmo palanque reuniu Fernando Haddad (PT) e Guilherme Boulos (PSOL), candidatos derrotados na disputa pela Presidência em 2018, e o deputado Paulinho da Força (Solidariedade), que teve um papel de destaque na costura que levou ao impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) em 2016. Quando o nome do deputado foi anunciado durante o ato, parte da plateia respondeu com vaias.

Até o início da tarde, cerca de 200 mil pessoas, segundo a organização, passaram pelo Vale do Anhangabaú, no centro da capital paulista. A Polícia Militar não divulgou estimativa de público. A prefeitura de São Paulo foi uma das patrocinadoras do ato, mas o prefeito Bruno Covas (PSDB) não foi ao evento. Na plateia, alguns seguravam cartazes com a inscrição "Bruno, você não é bem-vindo".

O candidato derrotado Fernando Haddad, em ato do Dia do Trabalhador organizado pelas centrais sindicais em SP Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

O candidato derrotado Fernando Haddad, em ato do Dia do Trabalhador organizado pelas centrais sindicais em SP Foto: Edilson Dantas / Agência O Globo

Haddad considerou o ato do 1º de Maio como uma espécie de inauguração de uma agenda dos representantes da esquerda contra o governo Bolsonaro.

Patrimônio dilapidado

O candidato derrotado do PT nas eleições de outubro do ano passado reconheceu que parte da população ainda nutre esperanças de que o governo vai conseguir implementar medidas que resolvam parte dos problemas vividos pelo país.

— Mas a cada dia o próprio governo dilapida o seu patrimônio político. As pesquisas de opinião dão conta que os mais pobres estão desistindo desse governo. Porque é um governo que não dialoga com os anseios de quem quer trabalhar e estudar. São segmentos da sociedade que ele discrimina gratuitamente — disse Haddad.

 
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