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Assis Brasil
18/04/2019

Maia atribui adiamento da Previdência na CCJ à falta de organização do governo

Avaliou postergação como ‘erro’

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na 4ª feira (17.abr.2019) que o adiamento da votação do relatório sobre a admissibilidade da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça ocorreu por “falta de organização do governo”.

“Acho que foi 1 erro, faltou organização do governo ali, mas semana que vem retomam os trabalhos”, afirmou Maia. A declaração foi dada para a jornalista Andréia Sadi, do portal G1.

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Na 3ª feira, o demista defendeu que a CCJ estendesse seus trabalhos até a madrugada se fosse preciso para que a discussão sobre a reforma da Previdência no colegiado fosse encerrada. Para ele, o ideal era que o projeto saísse da comissão até 4ª e fosse alterado somente no colegiado especial que será criado só para discutir o texto.

No entanto, a votação do projeto foi adiada após pressão de deputados do Centrão e da oposição por mudanças no texto.

O deputado Marcelo Freitas (PSL-MG), relator da reforma da Previdência na comissão, negocia 1 novo relatório sobre o projeto, que deve trazer alterações.

Segundo apurou o Poder360, o Centrão disse ao relator e ao secretario especial de Previdência, Rogério Marinho, que, caso o relatório não fosse alterado, o Centrão trabalharia com a oposição para a aprovação de 1 texto em separado.

Na prática, isso significaria que o texto do relator seria rejeitado, 1 sinal ruim para o governo. Com isso, o governo negocia alterações no texto que garantam a maioria dos votos na comissão.

A CCJ tem a prerrogativa de analisar se os projetos ferem ou não a Constituição. A análise de mérito do texto deve ser feita na comissão especial e em plenário.

A sessão da CCJ foi suspensa quando a oposição protestou contra o fato de o relator não estar presente no debate. Freitas estava no momento em reunião com líderes do Centrão.

Ao retornar à sessão, Freitas pediu mais tempo para decidir se fará alterações em seu relatório. “No mais tardar na próxima 3ª feira [23.abr]“, disse Freitas.

“Temos buscado dialogar a cada momento com todos os líderes partidários. Temos buscado o consenso, temos buscado 1 texto que realmente atenda aos interesses da população”, afirmou.

 
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