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01/02/2019

Desemprego para de subir em 2018, mas informalidade e desalento disparam

Estimativa é de 12,8 milhões de desempregados, 3% a menos do que em 2017 e 90% a mais ante 2014. Total de desalentados triplicou nesse período. Trabalho com carteira cai e sem carteira/autônomo cresce

por Redação RBA

Número de trabalhadores por conta própria em 2018 chegou a 23,3 milhões: mais de um quarto de todos os ocupados no país

São Paulo – A taxa média de desemprego no país parou de subir em 2018, passando para 12,3%, ante 12,7% no ano anterior, mas a informalidade no mercado de trabalho está em seu nível mais alto e o desalento aumentou, segundo o IBGE, que nesta quinta-feira (31) divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. Um ano depois da "reforma" trabalhista, o número de desempregados é estimado em 12,836 milhões, 3% a menos do que em 2017, mas 90,3% a mais em comparação com 2014, menor nível da série histórica: 6,743 milhões.

A pesquisa mostra que o número de empregados com carteira assinada, 32,929 milhões, é o menor da série. Em 2014, por exemplo, eram 36,610 milhões de trabalhadores formais. A queda nesse período é de 10,4%. E o total de empregados sem carteira aumentou para o maior nível, 11,189 milhões, assim como o de trabalhadores por conta própria, com 23,340 milhões – como lembra o IBGE, "pouco mais de um quarto da população ocupada no país".

Também bateu recorde o número de empregados domésticos: 6,242 milhões. Desse total, menos de um terço (29,2%) tinha carteira assinada, de novo no menor nível da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012.

O total de ocupados no Brasil foi estimado em 91,861 milhões, expansão de 1,3% no ano, ou aproximadamente 1,2 milhão a mais do que em 2017. Mas, enquanto o emprego com carteira recuou 1,2%, o trabalho sem carteira e por conta própria cresceu 4,5% e 2,9%, respectivamente.

Outro recorde foi o de pessoas desalentadas – aquelas que desistiram de procurar trabalho. Foram 4,736 milhões no ano passado. Eram 1,532 milhão em 2014, segundo o IBGE. Assim, em quatro anos o número triplicou.

Mais um dado negativo está no contingente das chamadas pessoas subutilizadas na força de trabalho (as que poderiam estar trabalhando mais horas por semana, por exemplo): 27,401 milhões, crescimento de 3,4% em relação a 2017 e de 45,7% em quatro anos. A taxa de subutilização também foi a maior, 24,4%, ante a de 15,1% registrada em 2014.

Entre os setores econômicos, a construção civil foi o que mais perdeu mão de obra entre 2017 e 2018, passando de 6,846 milhões para 6,643 milhões (-2,4%). Em sete ano, são 797 mil a menos, diz o IBGE.

Na agropecuária, o número ficou praticamente estável, com 8,548 milhões. Ante 2012, queda de 17,4% (menos 1,8 milhão).

Com 11,792 milhões de empregados, a indústria fechou o ano com variação de 0,6%. Mas perdeu 1,4 milhão desde 2014 e 1,3 milhão em sete anos.

No comércio/reparação de veículos, havia 17,543 milhões de empregados. "Este é um dos poucos grupos que têm mantido certa estabilidade no número de trabalhadores, principalmente em função da maior adequação à informalidade", analisa o instituto.

No segmento que inclui transporte, armazenagem e correio, o total cresceu para 4,652 milhões. "Este grupo tem apresentado altas em seu contingente nos últimos anos que podem estar associadas ao crescimento do número de 'motoristas de aplicativo', avalia o IBGE.

Estimado em R$ 2.243, o rendimento médio ficou estável na comparação com 2017 e com 2014. Cresceu 5,1% em relação a 2012. A massa de rendimentos foi calculada em R$ 200,954 bilhões, também estável ante 2014 e 2017 e com alta de 9% sobre 2012, de acordo com a pesquisa.

 
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