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11/01/2019

Em meio à crise, venda de estatais deixará governo de mão atadas, diz economista

Guilherme Mello, da Unicamp, diz que há um mito de que os serviços públicos são essencialmente ruins e lembra da importância da Petrobras para a economia

por Redação RBA

'No Brasil, os bancos atuam de forma cartelizada. Quem consegue romper essa bolha? São os bancos público', alerta Mello

São Paulo – Para Guilherme Mello, professor do Instituto de Economia da Universidade de Campinas (Unicamp), a ideia do governo Bolsonaro de vender cem estatais não é positiva. Além de perder políticas públicas, segundo ele, o poder Executivo ficará de mãos atadas para enfrentar a crise atual.

O economista usa os bancos públicos como exemplo, responsáveis por financiar parte significativa do setor habitacional, a agricultura e programas sociais. "Aqui, no Brasil, os bancos privados atuam de forma cartelizada. Quem consegue romper essa bolha? São os bancos públicos. Além disso, em tempos de crise, você precisa dessas empresas públicas, o governo fica de mãos atadas sem elas", afirma, em entrevista ao jornalista Glauco Faria, na Rádio Brasil Atual.

Guilherme Mello diz que há um mito de que os serviços públicos são essencialmente ruins, mas a população reconhece a importância das estatais, como a Petrobras. Uma pesquisa Datafolha, publicada no último dia 5, mostra que 60% dos entrevistados são contra as privatizações.

"Tem algumas empresas que o governo consegue vender e fazer dinheiro, mas perde a possibilidade de fazer política e criar tecnologias. Ao vender a empresa, o governo também perde a capacidade de receber dividendos, ou seja, é uma ideia questionável", explica o economista.

Apesar de estar há apenas dez dias no governo, Jair Bolsonaro e sua equipe "estão perdidos", avalia Mello. "O sentido geral foi anunciado pelo Paulo Guedes, que visava a desconstrução do Estado e o corte de direitos. Porém, como isso será feito é algo confuso. A reforma da Previdência, por exemplo, não se sabe como será feita porque o ministro de Economia quer uma coisa, mas o presidente fala sobre outra", acrescenta.

 
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