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05/10/2018

Denúncias de coação eleitoral em empresas já passam de 120 em todo o país

Após o caso da rede de varejo Havan tomar proporções nacionais na última segunda-feira — quando viralizou na internet um vídeo em que dono da empresa, Luciano Hang, coage os funcionários a votarem no candidato Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência —, aumentou nos Ministérios Públicos do Trabalho (MPT) do país a quantidade de denúncias de trabalhadores que sofreram algum tipo de pressão por patrões ou chefes para direcionamento do voto, o que é contra as leis do trabalho e inconstitucional. De acordo com levantamento do Ministério Público do Trabalho nacional, junto aos 24 MPTs de todo o país, dez estados, além do Distrito Federal e de Campinas (SP), registraram 121 queixas contra pelo menos 23 empresas nos últimos quatro dias.

— Eu tenho 25 anos de Ministério Público e em todo esse período só tinha me deparado antes com um caso semelhante, de um candidato que forçava seus empregados a votar nele, há mais de oito anos. Este volume de denúncias que tem chegado, a quantidade de empregadores praticando esse ato, é algo que causa espanto a todos nós — disse Ronaldo Fleury, procurador-geral do MPT.

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Os estados com maior número de denúncias ficam na Região Sul. Em Santa Catarina, entre segunda-feira e esta quinta-feira, dia 4, foram 60 queixas de coação registradas, referentes a sete diferentes empresas. No Paraná foram 22, contra cinco empresas, e no Rio Grande do Sul, 17, contra oito empresas. Os procuradores não informam para quais candidatos são direcionadas as pressões por voto. Em muitos casos, detalhes das denúncias são mantidos em sigilo para proteger os empregados.

Fonte: O Globo
 
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