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03/10/2018

Centrais Sindicais: Mourão critica 13º para aprofundar golpe de Temer

Dirigentes de três centrais sindicais ouvidos pelo Portal Vermelho criticaram nova declaração do general Hamilton Mourão, vice na chapa do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL). O 13º salário foi mais uma vez contestado por Mourão que disse nesta terça-feira (2) que esses custos prejudicam todo mundo. “Ele nem fica vermelho ao falar essas barbaridades”, declarou Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Por Railídia Carvalho

Vice de Bolsonaro, general Mourão volta a criticar 13º salário: "Saímos prejudicados" Vice de Bolsonaro, general Mourão volta a criticar 13º salário: "Saímos prejudicados"

Segundo o dirigente, ao contestar direitos Mourão vai na contramão daquilo que o povo brasileiro quer. “Mourão e Bolsonaro querem aprofundar o golpe de Michel Temer que retirou direitos sociais e trabalhistas. O país precisa de paz e isso só se obtêm quando há emprego, salário digno, previdência protegendo, educação e saúde pública. Temer, Mourão e Bolsonaro são o oposto disso. Essa declaração dele feita hoje confirma isso”.

Adilson Araújo, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) classificou como “absurda” e “estapafúrdia” a declaração de Mourão. “Enquanto ele fala em fim do 13º a família do candidato dele à presidência é flagrada com um aumento expressivo no patrimônio. Quer tirar do trabalhador para beneficiar a sua família, o rentismo e o interesse das grandes empresas, a especulação. Querem retroceder ao século XVII defendendo condições de trabalho análoga à escravidão”.

“Vale sempre lembrar que Bolsonaro repete que o trabalhador teria que escolher entre direito ou emprego. A fala do Mourão é exatamente o que pensa essa chapa que aprofunda o golpe de Temer contra os trabalhadores. Eles são aqueles que pensam que a reforma trabalhista foi tímida. Discrimina trabalhador ao criar duas carteiras, é a demolição total dos direitos. A população precisa ficar alerta de que há mais em jogo do que um voto de protesto”, argumentou Miguel Torres, presidente da Força Sindical.

Na opinião dos dirigentes, a eleição deste domingo (7) dá a oportunidade ao trabalhador de repudiar aqueles que querem acabar com os direitos. “O cenário mostrou que existem dois projetos na disputa que é este do Mourão, Bolsonaro, Alckmin que apoiaram o golpe de Temer e o fim do direito dos trabalhadores e o legado representando por Fernando Haddad e Manuela que querem retomar o desenvolvimento do Brasil com geração de emprego e renda’, completou Adilson.

 
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