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03/08/2018

Geraldo Alckmin diz que avalia extinguir Ministério do Trabalho se for eleito

Pré-candidato do PSDB à Presidência deu declaração durante entrevista à GloboNews. Alckmin não detalhou, contudo, se algum órgão herdará atividades da pasta.

Por Gustavo Garcia e Filipe Matoso, G1, Brasília

03/08/2018 00h41 Atualizado há 7 horas

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, durante entrevista à GloboNews (Foto: Reprodução/TV Globo) O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, durante entrevista à GloboNews (Foto: Reprodução/TV Globo)

O pré-candidato do PSDB à Presidência, Geraldo Alckmin, durante entrevista à GloboNews (Foto: Reprodução/TV Globo)

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (2) que avalia a extinção do Ministério do Trabalho caso seja eleito.

A declaração foi dada durante entrevista à GloboNews, que, nesta semana, entrevista postulantes ao Palácio do Planalto nas Eleições 2018.

Alckmin defendeu a nova lei trabalhista e não detalhou se algum órgão herdará as atividades da pasta. Segundo o site oficial do governo, cabe ao ministério, por exemplo, definir e gerir as políticas de geração de emprego e de modernização das relações de trabalho, além da fiscalização e da política salarial.

"Imposto sindical é absurdo. [...] O Brasil tem 17 mil sindicatos, [dos quais] 11,5 mil sindicatos de trabalhadores e 5,7 mil sindicatos patronais. [O imposto sindical] não voltará, nós somos contra", afirmou o candidato.

"Aí que foi que eu entrei em extinguir o Ministério do Trabalho, que é uma ideia que nós estamos amadurecendo. Um governo deve sair o máximo que ele puder. Esse é um assunto dos trabalhadores [a manutenção dos sindicatos]. Como fazerem o seu sindicato, a sua representação poder ter meios de subsistência? É um assunto deles, dos trabalhadores, eles que vão decidir", completou.

Antes da nova lei trabalhista, que entrou em vigor no ano passado, o imposto sindical era obrigatório.

Mas, com a reforma aprovada pelo Congresso Nacional em 2017, essa regra caiu. Em junho deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou o tema e rejeitou a volta da obrigatoriedade.

Ana Amélia como vice

Durante a entrevista à GloboNews, Alckmin foi questionado sobre a escolha da senadora Ana Amélia (PP-RS) como candidata a vice na chapa dele. O pré-candidato respondeu que a parlamentar é "extremamente séria, competente e dedicada".

Embora Ana Amélia tenha aceitado o convite de Alckmin, o colunista do G1 e da GloboNews Gerson Camarotti informou que o anúncio oficial só será feito após ela resolver a situação regional do PP no Rio Grande do Sul.

Isso porque o diretório estadual do partido decidiu apoiar a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) à Presidência.

"Está decidido. Os cinco partidos do centro democrático, DEM, PP, PR, Solidariedade e PRB, delegaram a nós a escolha. Então, me permitiu essa escolha e nós estamos extremamente otimistas", afirmou Alckmin

 
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