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05/07/2018

Ex-número 2 do Trabalho cita hipertensão e filha para pedir liberdade

A defesa do ex-secretário-executivo do Ministério do Trabalho Leonardo Arantes apresentou novo pedido de liberdade ao ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF). O advogado Maximiliano Faria Arantes citou motivos de saúde, ressaltando que ele faz uso de medicamentos controlados e que a interrupção de um tratamento iniciado em março do ano passado poderá ter consequências graves. Também destacou a necessidade de cuidar da filha de 15 anos, uma vez que ele "vem desempenhando a função de pai e mãe". Caso não seja solto, pede ao menos medidas alternativas, como a prisão domiciliar.

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Arantes é um dos investigados por suposto envolvimento na venda de registro sindicais dentro do Ministério do Trabalho. A prisão dele foi determinada no fim de maio por Fachin, relator da Operação Registro Espúrio no STF. Dias depois, se entregou à Polícia Federal (PF). Pedido anterior de liberdade foi negado pelo ministro.

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Sobre a doença, a defesa destacou: "Ocorre que desde o advento da prisão preventiva o peticionário (Leonardo Arantes) vem queixando ao seu advogado e familiares os sintomas da hipertensão secundária, relatando dores de cabeça e compressão na nuca com náuseas, tendo inclusive, dado ao grande desconforto gerado pelo quadro de pressão alta, solicitado ao chefe de pátio uma consulta com o departamento médico da unidade prisional, tendo sido direcionado ao mesmo sem sucesso."

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Depois acrescentou: "Fato é que a interrupção do tratamento está agravando referidos sintomas, que poderão culminar em danos graves a saúde do paciente caso o mesmo não retome imediatamente as prescrições ditas por seu médico no relatório anexo a esta."

Quanto à filha, Arantes seria o único responsável por ela em Brasília. A mãe mora em Goiânia, onde "já cuida de sua genitora que está acometida de doença permanente de esquizofrenia". Além disso, a defesa argumentou que "a menor vem apresentando quadro clínico de ansiedade e transtorno de comportamento, fazendo acompanhamento psicológico desde que veio residir com seu pai em Brasília em 2016, tendo seu estado de saúde agravado agora após a prisão do requerente, inclusive tendo desmaiado dentro da instituição de ensino por duas vezes consecutivas."

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A defesa citou ainda outros argumentos. Afirmou que ele tem residência fixa, é réu primário e trabalhador, além de se comprometer a comparecer a todos os atos processuais. Disse ainda que Arantes não cometeu crimes, provará sua inocência e não tem qualquer possibilidade de ingerência sobre qualquer servidor público.

Fonte: O Globo
 
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