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06/06/2018

Nova Agenda da Classe Trabalhadora para reverter o retrocesso de Temer

Sete centrais de trabalhadores do pais apresentam nesta quarta-feira (6), em São Paulo, um programa com alternativas que gere renda, emprego e combata as desigualdades no Brasil. A revogação da reforma trabalhista, implementada pelo atual governo é um dos pontos prioritários da iniciativa nacional. Quatrocentos sindicalistas de todos os Estados do país deverão estar presentes ao lançamento da nova agenda da classe trabalhadora.

Por Railídia Carvalho

Tiago Macambira

A apresentação do documento com 22 propostas fortalece a pressão política sobre o governo de Michel Temer, que nesta terça-feira (5) teve que dar esclarecimentos à Organização Internacional do Trabalho (OIT), que incluiu o Brasil na lista de violadores dos direitos do trabalho por causa da reforma trabalhista.

A nova agenda da classe trabalhadora é resultado dos encontros do Fórum das Centrais Sindicais e foi subscrito pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Força Sindical, Central Única dos Trabalhadores (CUT), Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Intersindical e União Geral dos Trabalhadores (UGT).

Reforma trabalhista

“O país e a classe trabalhadora reclamam uma saída política que busque responder os graves problemas que enfrenta o nosso país. Temos um governo ilegítimo e fracassado que não reúne autoridade moral e política para dar consequência a um projeto de desenvolvimento que gere emprego e renda”, declarou ao Portal Vermelho Adilson Araújo, presidente da CTB.

Dois anos depois da posse de Michel Temer o país soma quase 30 milhões de trabalhadores desempregados e subocupados. “O governo do Temer abriu a estrada para o neocolonialismo que se rende às pressões do mercado interno e principalmente do mercado externo. Haja visto a greve dos caminhoneiros, que deu visibilidade à política do governo de pegar o nosso petróleo, colocar lá fora, comprar óleo refinado, abrindo mão da capacidade produtiva. Vender refinaria, entregar distribuidoras é fazer o que nenhum país desenvolvido faria”, explicou Adilson.

Ele enfatizou que a revogação da reforma trabalhista tem prioridade especial entre as propostas das centrais. “O objetivo deste documento é debater o que está trazendo dificuldade para o país. A reforma trabalhista está causando um estrago, precarizando o trabalhador e prejudicando também o empresário. Trabalho precário com baixo salário e quase nenhuma qualificação tende a influir na produção”, argumentou.

Mobilização do trabalhador

O jornalista Antonio Augusto de Queiroz, o Toninho, do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), afirmou que a nova agenda da classe trabalhadora mostra que a retirada de direitos e o ataque aos sindicatos motivou os trabalhadores.

“Do ponto de vista operacional, as entidades perderam receita, tiveram direitos dos trabalhadores suprimidos mas isso, em vez de desmobilizar, tem motivado as lideranças dos próprios trabalhadores no sentido de reforçar a consciência política em que as conquistas da classe dependem da própria classe. Se depender das instituições nada virá sem um movimento forte dos interessados”, argumentou o consultor do Diap.

Na opinião dele, o Brasil vive o pior ataque aos trabalhadores. “Enfrentamos uma onda neoliberal que se dá em um ambiente de muita divisão na população brasileira em função desse movimento moralista e justiceiro. Um direita coesa, organizada que se aproveitou de um momento de fragilidade para transferir a renda dos trabalhadores e retirar direitos. O episódio na OIT reforça que a reforma trabalhista retirou direitos”.

Unidade fortalecida

Para o presidente da CTB "a reforma trabalhista foi um fiasco. Não modernizou, não trouxe segurança jurídica e legalizou o bico. Isso alimenta uma tragédia social e ao movimento sindical compete entrar no debate. Dialogar com a classe trabalhadora é o que estamos fortalecendo.”.

O dirigente também ressaltou a unidade das centrais: “Tudo o que se conquistou no último período foi com a unidade do movimento sindical brasileiro, com posição madura e consequente das centrais. Conquistamos a política de valorização do salário mínimo, o país chegou a pleno emprego. Do ponto de vista da agenda da classe trabalhadora, as centrais sempre estiveram juntas”, finalizou Adilson.

A nova agenda da classe trabalhadora será encaminhada aos pré-candidatos à presidência da república e também às lideranças no Congresso Nacional.

Lançamento Nova Agenda da Classe Trabalhadora

Sindicato dos Químicos de São Paulo

Endereço: rua Tamandaré, 348 - Liberdade

Horário: 10h

 
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