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04/06/2018

Alvo de mandado de prisão, número 2 do Ministério do Trabalho é demitido

Investigado na mesma operação, diretor do Incra pediu demissão

POR JAILTON DE CARVALHO

BRASÍLIA — O presidente Michel Temer demitiu nesta sexta-feira o secretário-executivo do Ministério do Trabalho, Leonardo José Arantes. O agora ex-secretário teve a prisão preventiva decretada pelo ministro Edson Fachin, relator da Operação Registro Espúrio no Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira. Arantes é um dos investigados por suposto envolvimento na venda de registro sindicais dentro do Ministério do Trabalho. Despacho publicado numa edição extra do Diário Oficial da União informa que foi Arantes quem pediu exoneração do cargo.

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O ex-secretário estava sendo procurado pela Polícia Federal desde quarta-feira, quando foi iniciada a fase pública da operação. Ele está na Inglaterra e, segundo um policial, teria prometido retornar nesta sexta-feira ou amanhã ao Brasil para se entregar. Mas, mesmo assim, os chefes da investigação decidiram que o nome dele seria incluído na difusão vermelha da Interpol. Com o aviso de procurado internacional, ele poderia ser preso na Inglaterra ou em qualquer outro país filiado à Interpol. Poderia ser preso também logo que retornasse ao Brasil.

— Não vamos esperar que ele se apresente — afirmou um investigador.

DIRETOR DO INCRA TAMBÉM DEIXA CARGO

Rogério Arantes, outro investigado na operação, pediu demissão do cargo de diretor de Ordenamento de Estrutura Fundiária do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) nesta sexta-feira. O pedido foi aceito pelo ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. O agora ex-diretor do Incra também teve a prisão decretada pelo ministro Fachin. As prisões do ex-diretor, do ex-secretário e de mais 21 servidores públicos, lobistas e advogados foram pedidas pela Polícia Federal e endossadas pela procuradora-geral da República, Raquel Dodge.

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Os dois Arantes são sobrinhos do líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO), responsável pela indicação deles para os cargos estratégicos do Ministério do Trabalho e do Incra. Rogério Arantes, que também estava sendo procurador pela polícia, fez o pedido de demissão por intermédio do Sistema Eletrônico de Informação, ou seja, ele não precisou ir até a sede o instituto para formalizar a saída do governo. Para evitar voltar ao antigo local de trabalho, o ex-diretor mandou um emissário devolver o celular funcional.

As investigações sobre suposta fraude no registro de sindicatos alcançam também o presidente do PTB, Roberto Jefferson, Jovair Arantes e os colegas deputados Paulinho da Força (SDD-SP) e Wilson Filho (PTB-PB), entre outros. Pelas investigações da polícia, o grupo cobrava um pedágio para agilizar a tramitação de processos de registro de sindicatos no Ministério do Trabalho. Aqueles que se recusavam a aderir ao esquema poderia ter o pedido de regularização postergado indefinidamente. Num dos casos investigados, o grupo teria cobrado R$ 4 milhões por um registro.

A polícia ainda não sabe quais eram os critérios supostamente usados pelo grupo para definir o valor da propina. Os investigadores suspeitam, no entanto, que um dos pontos de referência era a estrutura do sindicado a ser criado. Sindicatos maiores teriam que pagar suborno mais alto. Além das 23 prisões e buscas em 64 endereços, Fachin determinou medidas cautelares contra os deputados. Eles estão proibidos de frequentar o Ministério do Trabalho, manter tratativas de qualquer natureza com centrais sindicais e também não podem conversar com os demais investigados.

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Leia mais: https://oglobo.globo.com/brasil/alvo-de-mandado-de-prisao-numero-2-do-ministerio-do-trabalho-demitido-22739226#ixzz5HSVJWa4G

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Fonte: O Globo
 
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