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Tácito
02/05/2018

O fascismo em construção – O experimento nas eleições de 2018

Renê Garcia Jr.

O cenário econômico em curso, reforça a cada mês, a sensação de estagnação estrutural da economia brasileira, o iniciar de recuperação carreado pelos desempenhos do último semestre de 2017 , revelam que o que se anunciava como a grande retomada do processo de crescimento com a geração de milhões de novos empregos , esbarra em problemas estruturais de queda da competitividade da indústria , a baixa qualificação da mão de obra, déficits públicos colossais, quase nenhuma capacidade de investimento público e por fim de deficiências na alocação da poupança financeira , por conseguinte em um gravíssimo problema de eficiência do setor bancário , em especial o sistema de credito.

Essa coluna tem salientando ao longo dos últimos números, a necessidade de uma profunda reflexão política sobre uma realidade que se anuncia como trágica, a retomada da economia, está profundamente ancorada no desenrolar do processo eleitoral, o que exige consciência do observador sobre os riscos associados com a fragilidade do processo eleitoral em curso e os possíveis reflexos sobre as expectativas dos agentes econômicos e políticos. Por fim, ao próprio processo democrático, como podemos observar, na imensa rejeição ao processo eleitoral, identificada nas recentes pesquisas de opinião.

O processo de radicalização ainda em gestação, pode ser o prenuncio do nascimento de tentações totalitárias, pano de fundo das justificativas ao culto do discurso e das ações que incentivam a eliminação dos diferentes.

A experiência contida nos anais da história, permite identificar a célula, e nela o código genético que será o agente responsável pela proliferação de uma nova espécie, capaz de destruir tudo que toca. Esse ser é um projeto de homem, um ser em mutação, que enquanto ser solitário e desprotegido, vaga ao encontro de seus semelhantes, procurando na reunião de supostas identidades comuns, um alivio, uma fórmula que funcione como um elixir, uma poção mágica, na qual obtenha a salvação de sua angústia, se possível pela eliminação, até mesmo física do inimigo imaginário, daquele ser hediondo, que tudo lhe tirou que, em um ato de oportunismo e astúcia, apropriou-se do que lhe merecido, esse ser estranho que se aproveitou de suas fraquezas, que usando do beneplácito do convívio harmonioso, subverteu a ordem e roubou seus tesouros, suas riquezas e os elementos de sua reconhecia superioridade.

Essa terra de escolhidos sofre, na percepção do fragilizado, um ataque diuturno e implacável de tudo e de todos, já que, ao seu olhar, todos lhe invejam e suas riquezas são desejadas. Nas suas relações com outros, principalmente naquelas em que se submetem as regras imundas impostas pelos fracos, encontra lugar o abominável, ambiente para a procriação dos tratados de trocas injustas, as negociações com outros, não são legitimas enquanto, não expressam a relação de suserania e vassalagem.

Elias Canetti em “Massa e Poder”, discorre que o elo que junta semelhantes em movimentos de busca por poder, está associado com o sentimento do medo.

Para o autor, esse é um fenômeno de concentração de um conjunto de indivíduos que quando agrupados, tende para um crescimento exponencial, e tem por objetivo, a procura por uma sensação de autoproteção. Na origem, no princípio da sua formação encontrasse o sentimento do “medo de contato”: ameaças pelo desconhecido, ditadas pelo medo de serem tocados.

Por semelhança, podemos pautar essa analogia com o momento de predomínio da ideologia que combina, segregação com supremacia, um binômio de forças que emerge vitorioso, depois da eleição de Donald Trump à presidência dos Estados Unidos da América. O símbolo da administração Trump, seria o regresso aos tempos gloriosos, os idos de uma América Grande.

Ao contrário do que aponta a vã filosofia, os atos, ações e o discurso da administração não são meras fantasias de uma retórica oportunista, com traços fortes de populismos; mas do que isto, é o renascimento de um fenômeno claramente identificado no século XX.

Fonte: Jornal do Brasil
 
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