Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Jamais culpe o seu próximo antes de ter estado em seu lugar.
O Talmude
06/12/2017

Reforma trabalhista: ruim na Espanha, pior no Brasil

No dia 24 de abril, o presidente Temer afirmou que a reforma trabalhista no Brasil tinha como modelo a Espanha. É interessante a gente partir do exemplo dado por ele. De fato tem coisa parecida e a Espanha pode nos dar um modelo do que significa essa reforma.

Foto: Clécio de Almeida

Manuela D'Ávila cirtica o modelo espanhol que Temer quer para o BrasilManuela D'Ávila cirtica o modelo espanhol que Temer quer para o Brasil Quando a reforma foi aprovada, o desemprego na Espanha estava em 22%. Logo depois que a reforma foi aprovada, em quatro meses, o desemprego explodiu: foi pra 25%.

Isso aconteceu por dois motivos. Primeiro, porque ficou mais barato demitir com a retirada de direitos. Segundo, porque os empresários demitiram trabalhadores com mais direitos e salários melhores para contratar outros com menos direitos e salários menores. Depois, o desemprego caiu para 18% e é isso que Temer comemora e dá como exemplo.

Mas vejamos que empregos são esses:

Atualmente, um em cada quatro trabalhadores na Espanha tem contrato de trabalho de uma semana ou menos. Que tipo de segurança essas pessoas têm? Como sustentar uma família assim?

A renda média anual dos assalariados caiu 800 euros por ano.

Hoje, 13% dos trabalhadores espanhóis que têm contrato de trabalho permanente vivem uma situação de grande pobreza. 24% dos que têm contrato intermitente são muito pobres. Ser muito pobre significa não ter dinheiro para pagar o aluguel, se alimentar, criar os filhos minimamente.

Na Espanha que fez uma reforma trabalhista como a de Temer, trabalhar já não livra as pessoas da pobreza, da fome.

Vejamos mais números da Espanha:

Entre esses trabalhadores muito pobres, que não conseguem morar, se alimentar, 400 mil são homens, 1,1 milhão são mulheres. Como sempre, as mulheres pagam a conta mais alta, sofrem mais.

E os jovens? Antes da reforma trabalhista espanhola, só 7% dos trabalhadores jovens eram muito pobres. Hoje, são 21%. Em cinco anos!!!!.

Dos atendidos pela ONG Cáritas, que são as pessoas mais pobres, 40% estão em lares com trabalhadores.

É esse o futuro que Temer reserva para o Brasil. É o futuro que Alckmin, candidato dos tucanos, reserva para o Brasil, já que ele é um entusiasta da reforma trabalhista.

Manuela D'Ávila é depuatada estadual (PCdoB-RS).

Fonte: Facebook da deputada
 
+ Clipagem

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

Vladimir Safatle alerta para o fim do emprego - Nunca na história da República o Congresso Nacional votou uma lei tão contrária aos interesses da maioria do povo brasil

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br