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Schopenhauer
22/11/2017

Sem votos suficientes, Maia diz que momento de votar a Previdência ‘está longe’

BRASÍLIA - O presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse que está "longe" o momento de votação da reforma da Previdência, avisando que só marcará uma data quando houver a certeza de que o governo tem os 308 votos exigidos para se aprovar uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC). Maia disse que "nunca falou em data", ao mencionar o dia seis de dezembro como data dentro do governo para a votação da PEC em primeiro turno.

Na verdade, Maia ficou irritado com o vazamento dos prazos, porque isso coloca a responsabilidade em sobre si. Amanhã, em jantar com o presidente Michel Temer, é que se deve bater o martelo sobre o cronograma.

— Nunca falei data para ninguém. Acho que está longe. Porque um mais um e vai somando e não tem 308. Difícil — disse Maia.

Ele alertou que o governo e o país não podem desperdiçar este momento, colocando em votação sem a certeza da aprovação.

— É uma matéria estruturante para o Brasil e não pode ser votada de qualquer forma. Se a gente não tiver condição de votar agora, a gente espera para um segundo momento. Agora, jogar fora uma oportunidade de um texto que está bem elaborado é um erro — disse Maia.

O presidente da Câmara insistiu que a reforma da Previdência beneficiará os pobres e não os ricos.

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— Precisa saber qual é o texto do relator, a gente sabe que a Câmara quer restringir qualquer tipo de votação aquilo que trata desta distorção entre os que ganham mais dos que ganham menos. A gente sabe que os que ganham menos trabalham mais tempo para financiar os que ganham mais e que se aposentam mais cedo, próximo de 50, 55 anos. E essa distorção é que tem que ser a prioridade na Câmara. Agora, para votar, a gente precisa dos líderes da base de quantos votos têm em cada partido e, a partir daí, saber se tem voto para votar a matéria — disse Maia.

IMBASSAHY ‘É PROBLEMA DE TEMER’

Depois de emplacar o deputado Alexandre Baldy (GO) para o Ministério das Cidades, Maia disse que a permanência ou não do ministro Antonio Imbassahy no comando da articulação política é um assunto do presidente Temer.

— Essa é uma questão do presidente da República, pergunta para ele — disparou.

Fonte: O Globo
 
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