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10/11/2017

Trabalhadores ocupam ruas nesta sexta contra reforma trabalhista

Movimentos

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9 de novembro de 2017 - 13h43

Trabalhadores ocupam ruas nesta sexta contra reforma trabalhista

O programa do governo de Michel Temer de reformar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Previdência Social unificou os movimentos sindicais brasileiros que prosseguem nesta sexta-feira (10) com a agenda unitária de resistência á política de retirada de direitos do governo federal. As entidades e movimentos buscam fortalecer os protestos às vésperas da entrada em vigor da reforma trabalhista, aprovada no Senado e sancionada por Temer.

Paralisações, atos, caminhadas, protestos, assembleia em locais de trabalho e em locais públicos denunciam os prejuízos trazidos por Temer aos trabalhadores e à população. Pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela CUT e Vox Populli aponta que 81% da população entrevistada reprova a reforma trabalhista. A grande maioria também afirma que a reforma "é boa apenas para os patrões".

Em colaboração para o Especial Reforma Trabalhista do Portal Vermelho, o dirigente da Força Sindical, João Carlos Gonçalves, o Juruna, confirmou que a reforma privilegia o patronato. Todas as centrais enviaram artigos sobre os impactos da reforma trabalhista nas relações de trabalho e como o movimento sindical pode se opor a esse cenário.

Na opinião de Adilson Araújo, presidente da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) a resistência é o fio condutor da luta do movimento sindical. "Todos e todas são chamados a ocupar as ruas no próximo dia 10 de novembro e fortalecer o Dia Nacional de Mobilizações, greves e paralisações convocado pelas centrais sindicais contra a mais feroz ofensiva do capital contra o trabalho na história brasileira".

"Só tem uma saída: resistir, lutar pela anulação da reforma, ocupar as ruas, denunciar as barbaridades contidas na lei, se organizar nos locais de trabalho, procurador o seu sindicato e agir coletivamente. Sozinhos somos fracos, juntos somos fortes", declarou Vagner Freitas, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT).

O presidente da Nova Central Sindical de Trabalhadores, José Calixto, divulgou um vídeo convocando os trabalhadores a mostrarem a sua revolta e a indignação nesta sexta com as medidas do governo Temer. União Geral dos Trabalhadores (UGT) e Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) também fortalecem os protestos. Em diversos estados, integrantes da Justiça do Trabalho engrossam os atos.

 
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