Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Quanto mais corrupto for o país, mais leis ele terá
Tácito
25/09/2017

Gestão Temer privilegia empresários, ruralistas e pautas conservadoras

O saldo de 16 meses de Michel Temer na presidência da República mostra que o Executivo e o Legislativo têm lado e não é o da maioria da população e nem dos trabalhadores. Empresários, ruralistas e bancadas como a da bala e evangélica foram beneficiadas por iniciativas do governo atual e do Congresso.

Ueslei Marcelino/Reuters

Levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI) revela que 29 pontos avançaram de uma pauta entregue a Temer que continha 36 propostas. Ruralistas tiveram 13 pontos atendidos de um total de 17.

"O governo correspondeu plenamente às nossas expectativas. Foram ações de coragem, de um governo que não está pensando nas eleições do ano que vem. Acho que ele ousou em muita coisa", declarou à Folha de S. Paulo o deputado federal Marcos Montes (PSD-MG), presidente da Frente Parlamentar do Agronegócio.

"Não há dúvida de que [o governo] tem tido maior capacidade de condução", concluiu também em entrevista ao jornal paulista o diretor de Política e Estratégia da CNI, José Augusto Fernandes.

Temer penaliza trabalhadores, indígenas e quilombola

Em uma lógica inversa da usada para os privilegiados, Temer reservou a trabalhadores e indígenas, por exemplo, a Reforma trabalhista e se omitiu na homologação de demarcação de terras indígenas. É o pior desempenho de um presidente sobre o tema desde a redemocratização.

Ainda no caso das populações indígenas há o agravante do “marco temporal” que, a partir de interpretação da Advocacia Geral da União, retira dos índios o direito de reivindicar terra sobre a qual não estavam em outubro de 1988.

A impopularidade do presidente cresce e os protestos dos movimentos sindical e social também. Ao mesmo tempo que reivindicam junto ao governo medida provisória que apresente alternativa à desastrada reforma trabalhista, centrais sindicais protestam nas ruas e categorias se articulam nas campanhas salariais para resistir às novas leis trabalhistas.

À reportagem da Folha, o governo argumenta que atua sem distinções. No entanto, parlamentares da oposição como Jean Willys (PSOL), ouvido na reportagem, viu estancar a tramitação de pautas como regulamentação da prostituição e projeto que trata do direito à identidade de gênero.

Alinhada ao governo, a bancada da bala está 100% satisfeita porque a interlocução com o governo melhorou “1.000%”. Também se impõe no Congresso a bancada evangélica que consegue rejeitar projetos que são contrários aos seus interesses mas para movimentos sociais significam retrocesso. Neste último caso, se insere o estatuto do nascituro que pode extinguir a lei do aborto legal.

 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br