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Schopenhauer
19/05/2017

Parlamentares avaliam que, sem credibilidade em Temer, reformas não avançam

Revelação de que o presidente teria apoiado a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha minou a pouca credibilidade do peemedebista

Marcelo Camargo/Agência Brasil

Para Arthur Maia, incertezas acabam com espaço para aprovar propostas

A maior crise da gestão Michel Temer comprometerá a tramitação das reformas da Previdência e das normas trabalhistas. Parlamentares e analistas de mercado avaliam que a revelação de que o chefe do Executivo teria apoiado a compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha minou a pouca credibilidade do peemedebista. O governo ainda será bombardeado por sindicalistas e opositores que, desde ontem, fazem protestos em diversas capitais e organizam eventos para os próximos dias.

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O conteúdo das delações de Joesley Batista, presidente da J&F Investimentos, levou o relator da reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), a afirmar que as incertezas acabam com o espaço para que a proposta avance no Congresso Nacional. Conforme ele, o momento é de “arrumar a casa”, esclarecer os fatos e deixar claro que as instituições funcionam no país. “Só assim mostraremos que vivemos em um país em que a lei vale para todos. Só assim haveremos de retomar a reforma da Previdência Social e outras medidas que o Brasil tanto necessita” afirmou.

Para piorar a situação do governo, o partido do relator, o PPS, anunciou o desembarque da base aliada de Temer. O presidente da legenda, Davi Zaia (SP), afirmou que diante da gravidade das denúncias a agremiação deixaria o governo. Com isso, o presidente da República pode perder até nove votos da bancada. O número de dissidentes chega a 22 parlamentares se somado aos 13 filiados ao PTN, outro que deixou o grupo de sustentação do Executivo na Câmara dos Deputados.

O temor do governo é que mais partidos deixem a base aliada e comprometam a governabilidade e a tramitação das reformas. Reuniões entre os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), do Senado Federal, Enuncio Oliveira (PMDB-CE), e auxiliares de Temer ocorreram ao longo do dia para tentar mapear o tamanho do estrago na base. Os encontros continuarão nos próximos dias para que o chefe do Executivo tente segurar apoio suficiente para se manter no Planalto e para que as reformas sejam aprovadas.

Diante da crise, sindicatos e entidades que representam diversos setores da economia se posicionaram em relação ao avanço dos projetos para mudar as regras para concessão de benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e as normas trabalhistas. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) e as Federações das Indústrias dos estados informaram que, somente com a continuidade das reformas, o Brasil sairá da recessão e voltará a crescer.

Na opinião das entidades industriais, as reformas trabalhista, previdenciária e tributária são essenciais para o país voltar a gerar postos de trabalho e renda para os 14 milhões de brasileiros que estão desocupados. “A indústria confia que as instituições e a sociedade encontrarão as soluções para superar essas novas adversidades. O país precisa enfrentar a atual crise política com serenidade e espírito público”, destacaram, em nota.

Cobranças

A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) avaliou que, independentemente do momento político no Brasil, o Poder Legislativo tem de dar continuidade à agenda de reformas, previdenciária, trabalhista, tributária e votar a Medida Provisória nº 774, que trata do Programa de Recuperação Tributária. “O Brasil precisa dessas reformas. É o momento de colocar o Brasil e os brasileiros em primeiro lugar”, ressaltou a entidade.

Sindicalistas reforçaram o repúdio às propostas de reformas trabalhista e previdenciária e convocaram, para a próxima quarta-feira, a Marcha Nacional dos Trabalhadores. Em nota, as entidades representativas destacaram que qualquer solução democrática para a crise política e econômica nesta conjuntura passa “pela construção de um amplo e democrático acordo nacional visando à defesa de nossa democracia e à construção de um novo projeto de desenvolvimento nacional”.

 
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