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Leon Tolstoi
22/09/2016

Maia manda ministro do Trabalho falar menos e trabalhar mais

Por Lívia Machado

Do G1 São Paulo

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em evento com empresários em São Paulo (Foto: Lívia Machado/G1)

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em evento com empresários em São Paulo (Foto: Lívia Machado/G1)

No comando interino do Palácio do Planalto, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quarta-feira (21), durante evento em São Paulo, que o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, “não deveria ter tratado de reforma trabalhista”. Ele criticou a forma como Nogueira tratou a questão e sugeriu: "Melhor falar pouco e produzir mais."

Nesta manhã, Nogueira disse que a reforma trabalhista deverá ficar para o segundo semestre de 2017.

"Hoje o ministro do Trabalho, eu vi agora vindo para cá, num site, que ele disse que a reforma trabalhista vai ficar para o segundo semestre de 2017. Não deveria ter tratado de reforma trabalhista, porque foram duas notícias ruins: da forma como ele comunicou antes e do anúncio hoje, que deixou tudo para o segundo semestre do ano que vem. Às vezes é melhor a gente falar pouco e produzir mais. Acho que a gente ajuda mais o nosso país."

Maia discursou a empresários durante o Congresso Brasil Competitivo, do Movimento Brasil Competitivo, em um hotel nos Jardins. Antes de citar o ministro, ele defendeu que o governo e o legislativo "não podem tentar fazer tudo de uma vez". "Quem tenta fazer muita coisa de uma vez não faz nada. É melhor que a gente faça tudo passo-a-passo."

Ele acrescentou que a proposta de emenda constitucional (PEC) que institui um teto para os gastos públicos será votada no próximo mês. Segundo Maia, a proposta “está pronta para ser votada na Comissão Especial”. “Hoje ajustei com o relator que nós votaremos na próxima semana de outubro. Até sexta-feira ela deverá estar aprovada na Comissão Especial."

"Sem a PEC, sem a reforma da previdência e, no futuro, a reforma trabalhista, na verdade a situação fiscal do Brasil vai ficar de quase insolvência", disse.

Durante seu discurso, o presidente da Câmara pediu apoio aos empresários para aprovar a matéria, e a defendeu como instrumento de ajuste fiscal. "Todos vocês têm influência no parlamento brasileiro. Todos vocês podem nos ajudar a influenciar a consciência dos deputados de entender que a PEC do teto não tira recursos da saúde e educação. Ao contrário, ela vai garantir os investimentos em saúde e educação

 
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