Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Aquele que faz o mal prejudica em primeiro lugar a si mesmo, antes de prejudicar os outros.
Santo Agostinho
07/07/2016

Governo Temer defende reajuste a servidores

O ministro interino do Planejamento, Dyogo Oliveira, frisou nesta quarta-feira, 6, que, mesmo com a aprovação dos projetos de reajustes para servidores de diversas carreiras federais, as projeções da equipe econômica mostram que haveria a continuidade de uma despesa de pessoal "razoavelmente bem controlada".

"Não há descontrole e nem processo exagerado nos reajustes que foram dados", afirmou, referindo-se aos projetos já aprovados pela Câmara dos Deputados. "O impacto bruto é de R$ 68,7 bilhões até 2018 e o impacto líquido (ou primário) é de R$ 62,7 bilhões nesse período. A diferença entre os dois valores é a contribuição previdenciária, que é receita e despesa ao mesmo tempo", explicou, em audiência pública conjunta do senado nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).

Segundo ele, o impacto de todos os reajustes em comparação com a base da folha é de 8,2% até 2018. "As vezes discutimos o número em valor bruto e isso não diz muita coisa, é uma ilusão monetária", argumentou. "Isso não é pouco, mas é razoável. Diante do histórico que tivemos, esse impacto é razoável, aceitável dentro do que estamos trabalhando no programa de ajuste fiscal", completou.

Evolução das despesas O ministro interino disse que o governo federal manteve controle da evolução das despesas com pessoal nos últimos anos, inclusive com queda nessa relação entre a folha de pagamentos e o PIB. Segundo ele, inclusive, as variações nessa relação têm ocorrido mais em função da queda do PIB do que do aumento dos gastos.

"Mesmo com o projeto de reajuste para servidores, a relação entre a folha de pessoal e o PIB se manterá constante. A gente sempre tem que olhar as coisas em perspectiva, temos que medir as coisas em proporção", afirmou. "A folha de pagamento dos Estados Unidos é maior que a nossa em proporção do PIB", completou.

Ao defender o reajuste para os servidores já aprovado na Câmara dos Deputados, Oliveira argumentou que funcionários dessas categorias já passaram por um "ajuste". "A despesa com pessoal já está controlada há vários anos e continuará controlada. Mesmo considerando os projetos de reajuste, há estabilidade em termos reais mesmo com mudança de quantitativo", defendeu.

O ministro interino citou ainda que os servidores federais tiveram reajustes nos últimos anos abaixo da inflação - 5% lineares a cada ano entre 2013 e 2015 - e menores que os aumentos salariais do setor privado. "Em relação aos servidores, tem sido praticada uma política austera. Essa foi uma das poucas despesas estabilizada no período", completou.

Oliveira destacou ainda que os governos estaduais também concederam reajustes para os seus servidores nos últimos anos, o que, nesse caso, aumentou a proporção das folhas de pagamentos dos Estados em relação às suas receitas. "Mas esse resultado não é exclusivamente devido às decisões dos próprios Estados, porque muitas leis federais impactaram esse número, como o piso do magistério e dos agentes de saúde", ponderou.

Linha por linha O ministro interino do Planejamento disse que o governo está olhando as despesas federais "linha por linha" para procurar se há gastos mal direcionados. Segundo ele, as despesas de pessoal já estão passando por um processo de "ajustamento".

Ao defender a atuação do governo, Oliveira disse que a equipe econômica já está olhando eventuais descontroles, por exemplo, na concessão do auxílio-doença. "Não vamos tirar o auxílio-doença de ninguém, isso não se discute. Mas é estanho que tenhamos quase 900 mil pessoas recebendo o auxílio-doença há dois anos", afirmou."Vamos olhar detalhadamente, porque essa despesa nos parece que está mal controlada", completou, em audiência pública conjunta do senado nas comissões de Assuntos Econômicos (CAE) e de Constituição e Justiça (CCJ).

CAE E CCJ Após uma hora de atraso, ficou decidido que a audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, na qual seria discutido o reajuste dos servidores públicos federais e avaliadas as repercussões financeiras sobre as contas da União, dos Estados e municípios, seria realizada em conjunto com a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

Fonte: AE
 
+ Clipagem

Brasil vive apagão estatístico sobre mercado de trabalho - Sem dados de IBGE, Caged e seguro-desemprego, país pode ficar sem saber dano do coronavírusFernanda Brigatti

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br