Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Sustenta e defende as tuas prerrogativas, uma transigência, neste particular, não avilta apenas a ti próprio, compromete uma classe.
Dr. Aristides Junqueira
05/07/2016

Temer diz que adotará medidas impopulares 'em certo momento'

O presidente em exercício, Michel Temer (PMDB), afirmou na manhã desta segunda-feira (4), em São Paulo, que a suspensão do pagamento das parcelas mensais de dívidas estaduais com a União até o fim de 2016 não signfica que a União "abriu mão dos recursos", mas apenas adiou o recebimento.

Após receber uma carta de apoio assinada por 46 entidades do setor agrícola, Temer detalhou aos empresários presentes o que considera feitos de seu governo em pouco menos de dois meses. Entre as ações citadas está a renegociação.

No último dia 20, além da suspensão, o governo federal anunciou que concordou em alongar as dívidas estaduais com a União por mais 20 anos. Assim, o governo deixará de receber até 2018 cerca de R$ 50 bilhões.

"Nós resolvemos uma pendência que já estava rodando há mais de três anos que era a questão da renegociação de dívidas dos Estados. Os senhores sabem que os estados estão em grande dificuldade", disse sobre a reunião feita com os 27 governadores.

DÍVIDAS DOS ESTADOS

Estados querem mudar cálculo do juro

dívida X folha de pagamento

julgamento pelo stf

impacto financeiro

aumento das dívidas

o que diz a fazenda

acordo com a união

"Os estados terão uma redução no seu débito neste ano e a partir do ano que vem começam a pagar a partir de janeiro apenas 5% e assim crescentemente ao longo de 18 meses", afirmou Temer. "Com isso, nós demos digamos assim, entre aspas, um respiro fundamental para os estados brasileiros", completou.

O presidente em exercício participou da abertura do Global Agribusiness Forum 2016, um seminário internacional de agronegócio em um hotel Hyatt, na Zona Sul de São Paulo. Essa foi a primeira visita oficial de Temer ao estado. Ele afirmou que deve viajar mais a partir de agosto, considerando que o Senado aprovará o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff (PT), que será votado em agosto.

"Logo depois de agosto eu mesmo pretendo viajar para vários países para incentivar o investimento estrangeiro no Brasil em parceria com agronegócio, indústria e comércio.

Devo até registrar que muitos investidores estrangeiros ainda estão esperando um mês, um mês e meio para investir no país com muita força. O que precisamos no país é reestabelecer a confiança", afirmou.

Medidas impopulares

Temer afirmou que o apoio do setor agrícola é imporante, tendo em vista medidas impopulares que estão por vir. "Esse apoio é fundamental porque a partir de um certo momento nós começaremos com medidas mais impopulares", disse, sem detalhar quais seriam. O presidente em exercício já admitiu em outras oportunidades a possibilidade da criação de impostos temporários, como a CPMF.

Ainda detalhando medidas já adotadas pelo governo federal, Temer comentou o aumento de R$ 58 bilhões para o funcionalismo aprovado pela Câmara dos Deputados em junho com o aval do governo. Ele afirmou que o valor será diluído em quatro anos e que o reajuste já tinha sido aprovado anteriormente. Não dar o aumento seria uma coisa "politicamente desastrosa para o governo e para o país", disse.

"Os movimentos políticos certa e seguramente motivariam aqueles que viriam cobrar o acordo firmado", afirmou. Ainda segundo Temer, o reajuste já estava previsto no Orçamento para este ano. "Estamos num sistema de muita contenção", concluiu. Segundo Temer, a não concessão do reajuste poderia desencadear greves do funcionalismo e afetar o funcionamento do Judiciário e do Ministério Público.

Sobre a continuidade dos programas sociais, como o Bolsa Família, o presidente em exercício também afirmou que o "primeiro direito social" é o emprego e que enquanto "houver extrema pobreza, os programas sociais vão continuar", mas os empregos são o que importam.

"O país precisa é de uma pacificação nacional, de uma reunificação nacional, da interação entre o empresário e o trabalhador porque o primeiro programa social que deve ser levado adiante, o primeiro dos direitos sociais é o direito ao emprego. (...) É claro que enquanto houver extrema pobreza você precisa de Direitos sociais mais assentados como o Bolsa Família, Minha Casa minha Vida e outros programas que ainda devem permanecer e subsistir.

Deus

Temer também afirmou que enfrentou dificuldades para montar seu governo e que "Deus os ajudou" ao escolher uma boa equipe econômica. "Eu acho que Deus nos ajudou porque nós montamos uma equipe econômica, que penso eu, muito tempo não se via no Brasil. E escolhemos um ministro da agricultura [Blairo Maggi] aplaudido por todo o setor ", disse Temer.

Temer ficou ao lado do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), durante todo o evento. O governador manifestou seu apoio ao presidente em exercício. "O destino colocou sobre suas mãos esse grande desafio de retomarmos a primavera da democracia, do desenvolvimento e da paz. Conte conosco ", disse para Temer.

Carta de apoio

A carta de apoio ao governo Temer entregue pelos representante do agronegócio brasileiro recebeu o nome de "Manifesto de Confiança ao Governo Brasileiro."

"O agronegócio brasileiro reunido por ocasião do Global Agribusiness Forum (GAF) reafirma sua confiança na nova etapa de gestão do nosso país, sob o comando do presidente Michel Temer [...] Certamente, as reformas de caráter estrutural são o maior desafio para a nossa sociedade. Mudanças profundas do nosso modelo de desenvolvimento forçarão os brasileiros a se engajarem na redefinição de prioridades a fim de ajustarmos distorções e privilégios recorrentemente disfarçados de direitos adquiridos", diz o texto.

O evento contou ainda com a presença dos ministros das Relações Exteriores, José Serra, e de Minas e Energia, Fernando Bezerra.

Fonte: G1
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br