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Tácito
07/06/2016

Aberta exposição sobre trabalho na Justiça

Teve início nesta segunda-feira (6/6) a exposição “Alinhavando direitos: a história do trabalho das mulheres”, na sede do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4). O evento foi aberto às 15h pelos desembargadores federais Carlos Eduardo Thompson-Flores Lenz, vice-presidente do tribunal, e Marga Inge Barth Tessler, coordenadora da memória do TRF4.

Em uma série de banners, a mostra conta como foi a evolução do trabalho das mulheres entre os anos 1820 e 1940. O destaque fica por conta da atuação das costureiras de Porto Alegre no início do século XX. A exposição traz máquinas de costura utilizadas pelas profissionais e alguns vestidos produzidos à época.

Outra atração são os processos históricos relacionados aos direitos trabalhistas das mulheres que tramitaram na Justiça. O desembargador federal João Paulo Lucena, integrante da Comissão Coordenadora do Memorial da Justiça do Trabalho no Rio Grande do Sul, entidade parceira do evento, que esteve presente da inauguração, apontou que a contribuição do órgão à exposição inclui um processo datado de 1941.

“Esta reclamatória foi uma das primeiras medidas de proteção às trabalhadoras no Brasil. A ação trata sobre o caso de uma tecelã de Rio Grande (RS) demitida devido a problemas de saúde. Após se restabelecer, ela obteve na Justiça o direito de ser reintegrada ao seu emprego”, destacou Lucena.

Passado e devir

Uma das visitantes da exposição, a jornalista e escritora Teniza Spinelli, de 73 anos, destacou que o caminho para a emancipação da mulher passa pela independência financeira, que é conquistada por meio do trabalho. “É a inserção profissional que realmente liberta a mulher. Sem trabalhar, nós estaríamos sempre presas a uma rotina de submissão no ambiente doméstico”, aponta.

Teniza também apontou ter visto, ao longo de sua vida, muitos avanços no que se refere aos direitos das mulheres. “Nós somos vencedoras, pois superamos muitos obstáculos. Cada uma destas mulheres retratadas abriu caminho para todas as outras. Mas ainda existem muitos direitos a serem conquistados pelas próximas gerações”, garante.

A estudante Randrah Goulart, de 13 anos, ainda está indecisa quanto à profissão que irá seguir. Apesar da pouca idade, a adolescente entende que não teria o mesmo leque de alternativas há algumas décadas. “Um dos cursos que eu gostaria de fazer é astronomia. Se eu tivesse nascido há dois séculos, eu não teria essa possibilidade porque, naquela época, as mulheres não tinham espaço nas ciências”, concluiu.

Evento

“Alinhavando direitos: a história do trabalho das mulheres” fica até o dia 24 de junho, no 9º andar do TRF4, com entrada gratuita ao público das 13 às 18h. A mostra faz parte do evento “Direitos Humanos, uma questão de Justiça”, promovido por diversos órgãos do Judiciário da 4ª Região, que neste semestre tem como eixo os direitos das mulheres.

O trabalho foi desenvolvido a partir de projeto do Memorial da Justiça Federal do Rio Grande do Sul para que o biênio 2016/2017 seja dedicado a reflexões sobre o tema nos seus mais diversos e amplos aspectos.

Parceiros

São parceiros dos eventos “Direitos Humanos, uma questão de Justiça”: TRF4, Seções Judiciárias do RS, SC e PR, Tribunal Regional Eleitoral da 4ª Região, Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região, Defensoria Pública da União, Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, contando ainda com a participação das artistas Graça Craidy, Leli Baldissera e Desirée Ferreira e dos historiadores Adriana Bednarz e Mario Roberto Corrêa, administradores da Porto História PH.

Fonte: Justiça Federal
 
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