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02/05/2016

Temer monta equipe econômica com perfil ortodoxo e foco no ajuste fiscal

BRASÍLIA E SÃO PAULO - Em meio à grave crise econômica e à previsão do próprio governo de um déficit fiscal de R$ 96,6 bilhões este ano, o vice-presidente Michel Temer começa a definir um perfil ortodoxo para a equipe econômica de seu eventual governo, caso o Senado decida efetivamente afastar a presidente Dilma Rousseff do cargo.

A opção de Temer pelo ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles foi por entender que ele será capaz de convencer o mercado financeiro de que não haverá espaço para heterodoxia e que a política econômica será marcada por um forte ajuste fiscal.

- O vice-presidente precisa de nomes fortes para impressionar os agentes econômicos nacionais e estrangeiros. Nomes para dar previsibilidade e transmitir confiança - comentou uma fonte com acesso às discussões em curso.

Meirelles, que esteve com Temer na sexta-feira, em São Paulo, voltará a se reunir com o vice-presidente na semana que vem para definirem o anúncio de medidas concretas para a economia. Também decidirão nos próximos dias quem integrará a equipe econômica como presidente do Banco Central e, posteriormente, dos principais bancos públicos.

Segundo interlocutores, Meirelles terá carta branca para escolher os nomes da equipe econômica. Para o BC, cresceu nos últimos dias o nome de Afonso Bevilaqua, que já foi diretor de Política Econômica quando Meirelles presidiu o banco. Além dele, seguem cotados Ilan Goldfajn e Marcelo Mesquita, que também trabalharam na instituição.

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Esses nomes são de economistas considerados conservadores pelo mercado, com foco na busca do cumprimento da meta de inflação. Mesmo sob o comando de Meirelles na Fazenda, vão exigir autonomia para tomarem decisões sobre juros no Comitê de Política Monetária (Copom), sem a influência de motivações políticas.

No Ministério da Fazenda, estão cotados para fazer parte da equipe de Meirelles os economistas Mansueto Almeida e Carlos Hamilton Araújo. Eles poderiam assumir, respectivamente, as secretarias do Tesouro e de Política Econômica. Mansueto é ligado ao PSDB e foi um dos responsáveis pelo programa econômico de Aécio Neves na campanha de 2014.

A presidência do Banco do Brasil deve ser entregue a um funcionário de carreira, pois a instituição tem ações em bolsa, boa governança e seus resultados são conhecidos. Já no caso da Caixa, a tendência é que o banco seja entregue a um político de peso, da confiança de Temer. O argumento é que a Caixa foi usada pelo governo federal na concessão das políticas públicas e seus números não são conhecidos.

Para tentar retomar o crescimento da economia, a nova equipe econômica deverá cortar gastos, reduzir ministérios, extinguir órgãos e buscar dinheiro novo com concessões e privatizações. Em conversas com empresários, Temer tem ouvido que um dos caminhos para melhorar a atividade econômica é o mercado externo. Por isso, precisa pensar em medidas para estimular as exportações.

Meirelles já sinalizou que o primeiro passo será fazer um ajuste fiscal rigoroso, levando em conta que o país passa por uma profunda recessão.

- Precisamos de medidas que mostrem que o Estado brasileiro é solvente de forma sustentável. Primeiro, restaurar a confiança na macroeconomia. Em segundo momento, cuidar da microeconomia, que são investimentos em infraestrutura, questões de recuperação judicial de empresas, uma larga agenda de crescimento - disse Meirelles após o encontro com Temer.

Ele defendeu que a saída para a crise econômica depende de investimentos em infraestrutura e empréstimos para empresas privadas.

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- Junto com o aumento da confiança, (são importantes) medidas que possam levar ao aumento do investimento em consequência das contratações e concessões de empréstimos para que empresas voltem a produzir e contratar e, assim, reverter a trajetória de retração da economia - disse Meirelles, frisando estar especialmente preocupado com o "reequilíbrio macroeconômico".

Temer ainda se encontrou, na sexta, com o presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que reagiu à proposta de extinguir o Ministério da Indústria e Comércio.

- Essa ideia não existe. O Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e Comércio Exterior tem importância bastante grande e é natural que haja por parte da equipe do vice-presidente uma preocupação de rever e reavaliar tudo. Mas em momento nenhum foi cogitada a extinção - disse Skaf.

Fonte: O Globo
 
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