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03/03/2016

Delcídio delata Dilma e Lula, diz revista

Delcídio delata Dilma e Lula, diz revista

Segundo reportagem publicada pela IstoÉ, a presidente e seu antecessor sabiam das irregularidades na Petrobras e tentaram interferir nas investigações

POR CONGRESSO EM FOCO· PUBLICADO EM 03/03/2016 12:39

Ex-líder do governo envolve Dilma e Lula na Lava Jato

O ex-líder do governo no Senado Delcídio do Amaral (PT-MS) fez acordo de delação premiada e acusou o ex-presidente Lula e a presidente Dilma Rousseff de tentarem interferir nas investigações da Operação Lava Jato e terem conhecimento de irregularidades na Petrobras, segundo o site da revista IstoÉ. A publicação afirma ter tido acesso a um documento de 400 páginas com o conteúdo do depoimento preliminar de Delcídio aos procuradores da operação. Nessa fase, o acusado cita nomes e fatos que pretende delatar. Para ter validade, a delação precisa ser homologada pelo ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Em um dos trechos do documento, o senador afirma que é “indiscutível e inegável a movimentação sistemática do agora ex-ministro da Justiça José Eduardo Cardozo e da própria presidente Dilma Rousseff no sentido de promover a soltura dos réus presos na operação”.

Segundo o senador, Lula marcou a conversa entre ele e o ator Bernardo Cerveró, filho do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, que acabou culminando na prisão do ex-líder do governo. De acordo com ele, partiu de Lula a ordem para pagar pelo silêncio de Cerveró e outras testemunhas. Delcídio foi preso acusado de tentar atrapalhar as investigações da Lava Jato. Entre as ofertas feitas, uma mesada de R$ 50 mil à família do ex-diretor e um plano de fuga.

De acordo com a revista, Delcídio afirma que o ex-presidente lhe pediu “expressamente” para ajudar o pecuarista José Carlos Bumlai, citado nas delações de Fernando Baiano e do próprio Cerveró. O senador disse que Bumlai tinha “total intimidade” e exercia o papel de “consigliere” da família Lula, expressão italiana usada em referência aos conselheiros dos chefes da máfia italiana.

Ele declarou, conforme o depoimento citado pela revista, que Dilma sabia das irregularidades da refinaria de Pasadena, que gerou prejuízo bilionário à Petrobras. Segundo a IstoÉ, Dilma conversou com auxiliares e nomeou ministros favoráveis às teses de defesas de acusados para cargos em tribunais superiores, principalmente no Superior Tribunal de Justiça (STJ). A ideia, segundo Delcídio, era ajudar empreiteiras e políticos alvos da Lava Jato.

Uma das nomeações estratégicas para a presidente, ainda de acordo com os documentos citados pela revista, seria a do desembargador Marcelo Navarro para o STJ. “Tal nomeação seria relevante para o governo, pois o nomeado cuidaria dos habeas corpus e recursos da Lava Jato no STJ”, afirma a revista. Nesse caso, Navarro ficaria responsável por soltar Marcelo Odebrecht e Otávio Marques de Azevedo, da Andrade Gutierrez.

O ex-presidente, segundo a revista, sabia do esquema de corrupção da Petrobras e agiu pessoalmente para barrar as investigações. A assessoria de Delcídio nega que ele tenha feito delação premiada e promete lançar uma nota de repúdio à publicação da revista.

Fonte: Congresso em Foco
 
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