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Para unir é preciso amar, para amar é preciso conhecer, para conhecer é preciso ir ao encontro do outro.
Cardeal Mercier
24/02/2016

Cresce número de empresas que devem ao FGTS

No ano passado, aumentou em 17% o número de companhias que devem dinheiro ao FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Hoje, constam nessa lista 205 mil pessoas jurídicas.

O crescimento é decorrência da crise econômica, afirma Anelize de Almeida, diretora do departamento de dívida ativa da Procuradoria-Geral da Fazenda.

"Tanto o número de devedoras como o valor inscrito em dívida do FGTS devem ter uma nova alta em 2016, porque essa consequência da crise vai se aprofundar."

A Procuradoria da Fazenda tomar medidas para cobrar das empresas que devem ao fundo. Em 2015, já houve iniciativas, como a divulgação de nomes de devedores, para constrangê-los.

Em 2016, o órgão vai passar a cruzar dados com outras instâncias governamentais -por exemplo, com o Denatran, para averiguar se uma empresa que possui dívidas com o FGTS tem automóveis quitados em seu nome.

Outra medida é uma classificação das grandes dívidas de acordo com a capacidade da empresa de quitar o saldo negativo junto ao fundo.

Diante da queda na arrecadação, o governo passou a abordar a dívida do FGTS de maneira mais gerencial e pragmática, diz Almeida.

"O ministro Nelson Barbosa solicitou uma apresentação dos nossos planos concretos [para ir atrás dos devedores]. Nós não podemos tentar uma ação mais agressiva se não tivermos apoio político do ministério."

CALOTE COM CONSEQUÊNCIAS

Deixar de recolher os valores do FGTS traz consequências tanto trabalhistas como tributários, afirmam advogados dos setores.

O empregado que não tem seu fundo depositado pode entrar na Justiça com ações de rescisão indireta -uma modalidade de demissão solicitada pelo trabalhador, sem que ele perca direito às verbas rescisórias.

As devedoras podem ser inscritas na dívida ativa da União e enfrentar problemas para fazer contratos com órgãos públicos. "É uma questão mais tributária do que trabalhista", diz Domingos Fortunato, sócio do Mattos Filho.

Depois de percorrer a fase administrativa, em um estágio avançado, há uma chance de a questão ser levada à vara criminal, afirma Cristiane Matsumoto, sócia do Pinheiro Neto.

"No pior cenário, pode chegar a ser crime contra a legislação do trabalho, que é uma questão mais genérica. Isso é em última instância."

Vale tentar renegociar outras dívidas antes de dever ao FGTS, dizem os advogados.

BRASIL PELAS PAREDES

Karime Xavier/Folhapress

SÃO PAULO / SÃO PAULO / BRASIL -19 /02/16 -11 :00h - Cerâmica Portinari / O José Luiz é o presidente da empresa. ( Foto: Karime Xavier / Folhapress). ***EXCLUSIVO***MERCADO ABERTO - José luiz Pano

José Luiz Pano, presidente da Cerâmica Portinari

Para ampliar a produção e começar a fazer peças que importava da China, a Cerâmica Portinari investiu

R$ 120 milhões em expansão do maquinário de duas fábricas em Criciúma (SC).

Parte dos equipamentos entrou em funcionamento em janeiro, e até o meio de março todas as novas máquinas vão estar em operação, afirma o presidente da empresa, José Luis Pano.

"É o maior programa de ampliação de capacidade dos últimos 20 anos."

Parte da produção da empresa era terceirizada para fábricas na China. Mas, com a alta do dólar, "começou a ser mais conveniente fazer no Brasil", diz o executivo.

A diferença entre os preços do produto nacional e do chinês diminuiu por outro motivo: em 2013, foi implementada uma medida antidumping contra as porcelanas do país asiático.

Além de substituir as importações, a empresa também pretende aumentar as vendas para outros países.

Hoje, cerca de 35% da produção é exportada. Os Estados Unidos, a Europa e a América Latina são os principais destinos, e deve ser feita uma campanha para ampliar a presença nesses locais, afirma Pano.

R$ 900 milhões

é o faturamento anual

1.900

são os funcionários, que se dividem em quatro fábricas

COM O PRÉ-SAL, AUMENTA A FATIA DE SÃO PAULO NO TOTAL DE ROYALTIES

Os municípios cariocas recebem 54% dos royalties por exploração de petróleo, mas, com os novos recursos do pré-sal, os paulistas começam a ganhar terreno.

Entre 2013 e 2014, a participação do Estado de São Paulo subiu 144,9%, e a das cidades paulistas cresceu 50,3%, chegando a R$ 740 milhões.

"Com o início da terceira fase de licenciamento na Bacia de Santos, esse valor pode aumentar em até três vezes", afirma Danielle Klintowitz, coordenadora do Observatório dos Royalties.

Em relação às participações especiais, taxa cobrada sobre campos petrolíferos de alta produtividade, o Rio é líder, com 81,6%, seguido por Espírito Santo (14%).

São Paulo, que até 2013 não recebia esse tipo de recurso, passou a 2,8% em 2014, um total de R$ 187 milhões.

Mas o valor, que é uma contrapartida ao impacto da exploração do petróleo, nem sempre se reverte em investimentos sociais, diz Klintowitz.

"Nos municípios, não há meios de acompanhar como esses recursos são gastos."

Fonte: FSP
 
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