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22/12/2015

Dilma orienta ministros a retomarem crescimento sem mudanças bruscas

A presidente Dilma Rousseff orientou nesta segunda-feira, 21, os novos ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e do Planejamento, Valdir Simão, a fazerem "o que for preciso" para retomar "com urgência" o crescimento do País sem guinadas e mudanças bruscas. Em solenidade de posse da equipe econômica no Palácio do Planalto, a presidente destacou em várias ocasiões que o equilíbrio fiscal e a melhora da atividade econômica "podem e devem andar juntos", cobrando dos recém-empossados que "contagiem" a sociedade brasileira com essa linha de atuação.

Ao mesmo tempo em que buscou fazer um aceno para o mercado prometendo a continuidade do ajuste, a presidente também fez uma sinalização para os críticos do ajuste fiscal. Disse ser preciso ir "além do corte de gastos e de colocar as contas em dia" para estabelecer também o crescimento econômico como prioridade.

Sem citar nenhuma vez nominalmente o compromisso com a meta de superávit de 0,5% do Produto Interno Bruto (PÌB), como fez Barbosa no dia da sua indicação para o cargo, a presidente orientou seus auxiliares as usarem metas "realistas e factíveis" para construir a credibilidade e que atuem para estabilizar e reduzir "consistentemente" a dívida pública - indicador que vai ultrapassar a marca dos 70% da relação entre ele e o PIB já em 2016. Esse detalhe não passou despercebido dos economistas.

O risco de uma guinada na política econômica para garantir o crescimento a todo custo é hoje o maior temor dos analistas do mercado financeiro, que vêm na saída de Joaquim Levy do Ministério Fazenda a oportunidade para afrouxar o rigor fiscal para o tirar o Brasil da recessão e indiretamente ajudar a barrar o impeachment.

"A mudança na equipe econômica não altera nossos objetivos de curto prazo, que são restabelecer o equilíbrio fiscal, reduzir a inflação, eliminar a incerteza e retomar, com urgência, o crescimento", defendeu. "Experiência e competência são atributos que ambos têm de sobra", destacou Dilma, ao citar o fato de que os ministros conhecem o serviço público e os programas prioritários do governo. Ambos foram soluções "caseiras" na mudança da equipe econômica.

O discurso da presidente foi de sintonia com a cartilha do novo ministro da Fazenda, que tem perfil desenvolvimentista e sempre defendeu o crescimento para a sustentabilidade das contas públicas. Ao final do discurso, Dilma disse que não faltará apoio aos novos ministros e frisou ter "plena confiança" no trabalho deles. Disse também que um sucesso da equipe econômica será uma vitória do Brasil e do povo brasileiro.

Dilma disse que o governo fez um esforço "extraordinário" para garantir este ano a estabilização fiscal com a adoção de metas realistas e transparentes, num aceno ao ex-ministro da Fazenda Joaquim Levy, presente à solenidade. Ela reconheceu que o

País fecha o ano com déficit. No jogo de palavras, evitou falar em recessão e atribuiu a "taxa" de crescimento a fatores internos e externos.

Em linha com as declarações de Nelson Barbosa, em entrevista exclusiva ao jornal "O Estado de S. Paulo" no domingo, a presidente afirmou ser preciso aprovar reformas como a da Previdência para melhorar a saúde da economia do País. Mas não foi enfática.

Disse ainda haver tarefas "importantíssimas" para arrumar as contas públicas, pedindo a "cooperação" e diálogo do Congresso para aprovar no próximo ano a DRU (Desvinculação das Receitas da União) e o retorno da CPMF.

Dilma defendeu a simplificação do sistema tributário para que as empresas não tenham medo de crescer. Ela disse que as reformas do PIS/Cofins e do ICMS podem destravar os investimentos, destacando o trabalho constante do governo em realizar concessões e aprimorar os marcos regulatórios. A presidente destacou que duas atitudes são essenciais - a flexibilidade e a previsibilidade - a fim de construir um ambiente "amigável" para os investimentos.

Aplausos Em sua fala inicial, a presidente agradeceu os serviços prestados por Joaquim Levy, a quem chamou de "meu caro". Ela disse que o ex-ministro da Fazenda foi "imprescindível" para realizar o ajuste fiscal em meio a um ambiente de crises econômica e política e destacou que ele foi responsável por economizar R$ 134 bilhões. Ela frisou a grande capacidade de agir e inteligência do ex-ministro, mesmo sob intensa pressão. "Levy superou desafios e muito contribuiu para a estabilidade e que jamais deixarei de reconhecer", disse a presidente, no único momento de aplauso durante os 15 minutos do pronunciamento.

Ao final do discurso, Dilma disse que não faltará apoio aos novos ministros e frisou ter "plena confiança" no trabalho deles. Disse também que um sucesso da equipe econômica será uma vitória do Brasil e do povo brasileiro.

A cerimônia contou com a presença do grandes banqueiros, como Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, Roberto Setubal, do Itaú, Persio Arida, do BTG, e Murilo Portugal, da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban). Contudo, importantes aliados políticos não compareceram, como o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL). O vice-presidente, Michel Temer, a quem o Palácio do Planalto acusa nos bastidores de conspirar contra o governo, tampouco marcou presença

 
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