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No reinado da lei, o pobre e o rico tem direitos iguais... e o pequeno vence o grande se tem por si a justiça; é uma idéia remota, pois vem de Euripides. Historicamente, porém, é uma idéia falsa: o direito nunca foi outra coisa senão uma organização das desigualdades.
Jean Cruet
12/11/2015

Empresário Hugo Pimenta é condenado pela Chacina de Unaí

Apontado como intermediário, ele fez acordo de delação premiada.

Por causa da colaboração, pena de 96 anos foi reduzida para 47 anos.

Do G1 MG

Empresário Hugo Alves Pimenta, que fechou acordo de delação premiada com o MPF, foi condenado pela Justiça (Foto: Reprodução/TV Globo)O último réu da Chacina de Unaí foi condenado, nesta quarta-feira (11), pela Justiça Federal em Belo Horizonte. Apontado como intermediário, o empresário Hugo Alves Pimenta fez acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF). Por causa da colaboração, a pena de 96 anos, dada pelo juiz Murilo Fernandes de Almeida, foi reduzida para 47 anos, três meses e 27 dias de prisão.

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Ex-prefeito é condenado a 100 anos por mando da Chacina de Unaí Norberto Mânica e José Alberto são condenados pela Chacina de Unaí Júri condena três a mais de 220 anos de prisão pela Chacina de Unaí O empresário foi a júri popular sob a acusação de ser intermediário na morte dos auditores fiscais do Ministério do Trabalho Nélson José da Silva, João Batista Soares Lage e Eratóstenes de Almeida Gonçalves, e do motorista Aílton Pereira de Oliveira. Os servidores foram assassinados, em janeiro de 2004, quando participavam de apuração de denúncias de trabalho escravo na região.

No julgamento, que durou dois dias, a acusação apresentou provas da participação de Pimenta na chacina, como o depoimento de testemunhas e os interrogatórios de outros acusados que o incriminaram. Os telefonemas logo após o crime também constavam como uma das principais provas contra o réu, segundo o MPF. Os registros telefônicos mostram a seguinte sequência: às 9:17, um dos pistoleiros ligou pro empresário José Alberto de Castro; às 9:18, o empresário telefonou pra Hugo Pimenta, que, em seguida, fez duas ligações pra Norberto Mânica, às 9:20 e às 9:26.

Para o MPF, a colaboração do empresário no acordo de delação premiada foi fundamental para a condenação dos mandantes da chacina. Mas os procuradores dizem que ele mentiu ao negar a participação no crime.

O advogado Lúcio Adolfo, que defende o empresário, disse que vai recorrer da setença. Ele alega que o juiz não considerou o acordo fechado com o MPF ao fazer a redução da pena por causa da delação premiada.

Pimenta foi o sétimo condenado por participação na chacina. Na semana passada, o ex-prefeito de Unaí Antério Mânica, acusado de ser um dos mandantes, recebeu a pena de cem anos de prisão. Considerando o tempo que o fazendeiro já tinha ficado preso, o período de reclusão foi para 99 anos, 11 meses e quatro dias.

Já Norberto Mânica, irmão do ex-prefeito e também condenado pelo mando do crime, foi sentenciado, no dia 30 de outubro, a cem anos de prisão. A pena caiu para de 98 anos e seis meses porque o réu já havia sido detido anteriormente. Na mesma data, o empresário José Alberto de Castro foi considerado responsável por intermediar o contato entre os mandantes e os executores e pegou cerca de 96 anos de reclusão.

Os homens que foram responsabilizados pela execução foram a júri popular em 2013. Somadas, as penas ultrapassam 220 anos.

O processo tinha nove réus, mas Francisco Elder Pinheiro, acusado de ter contratado os matadores, morreu há dois anos e Humberto Ribeiro dos Santos, segundo a defesa, teve a pena prescrita.

Fonte: G1
 
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