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06/11/2015

Rossetto negocia com Usiminas para tentar suspender demissões em Cubatão

Com o aumento do nível de desemprego, o novo ministro do Trabalho e Previdência Social, Miguel Rossetto, está tentando negociar com a Usiminas a suspensão temporária das demissões na siderúrgica de Cubatão (SP). O ministro solicitou que a companhia atrase por 120 dias os desligamentos na região, que podem ocasionar o fechamento de 4 mil postos de trabalho.

Em nota, a Usiminas informou que respeita a posição de Rossetto e que apresentará a ele as razões que tornaram inevitável a decisão de se desativar temporariamente as áreas primárias da Usina de Cubatão.

Esta semana, o ministro se reuniu com a prefeita da cidade e com representantes de sindicatos do setor. Após o encontro, Rossetto decidiu solicitar o adiamento da decisão e irá marcar uma reunião com o presidente da companhia, Romel Erwin de Souza, para conversar sobre a necessidade dos desligamentos. O Sindicato dos Siderúrgicos e Metalúrgicos da Baixada Santista estima que o número de demitidos chegue a 8 mil.

Logo após a divulgação do balanço da companhia no terceiro trimestre com um prejuízo líquido de R$ 1,04 bilhão, a Usiminas anunciou a desativação temporária das áreas primárias da usina de Cubatão. A decisão foi tomada para fortalecer a capacidade produtiva diante do mercado em deterioração progressiva. Além de estar muito endividada, a Usiminas enfrenta a crise do mercado de aço no Brasil e uma acirrada disputa entre seus principais sócios.

A Usina de Cubatão já havia tido um de seus dois altos-fornos desligados em maio deste ano e seu laminador de chapas grossas em setembro. Ainda assim, os estudos da Usiminas apontaram que a alternativa mais viável, no atual cenário, era a paralisação das áreas primárias da unidade.

Em nota, a companhia afirmou ter consciência do impacto social do desligamento de parte da usina sobre a empregabilidade na região da Baixada Santista. Porém, ressalta que diante dos últimos resultados financeiros, o plano de desativação foi necessário para a própria sustentabilidade da Usiminas como empresa responsável por outros milhares de empregos, inclusive nas laminações da Usina de Cubatão que permanecerão operando.

A situação da Usiminas é considerada delicada e reflete a fragilidade do setor siderúrgico no País, com baixa demanda, excedente de produção e concorrência com importação. Nos últimos 12 meses até junho, 20 unidades de produção foram desativas no País, incluindo os dois altos fornos da empresa.

Fonte: AE
 
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