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Schopenhauer
30/10/2015

Empresário vai confessar participação em uma morte em Unaí, diz advogado

O empresário José Alberto de Castro, acusado ser o intermediário da chacina de Unaí, vai confessar a participação em uma morte, segundo o advogado Cleber Lopes, que o representa. O julgamento entrou no terceiro dia nesta quinta-feira (29). A expectativa é que o empresário e o fazendeiro Norberto Mânica, acusado de ser o mandante, sejam ouvidos ainda hoje. Mânica e Castro respondem no Tribunal de Justiça Federal pelo crime de homicídio doloso qualificado.

Em janeiro de 2004, três auditores do Ministério do Trabalho e um motorista foram mortos em uma emboscada. Eles investigavam trabalho escravo na região onde Mânica tem uma fazenda, no Noroeste de Minas Gerais. O alvo da execução seria, segundo testemunhas, Nelson José da Silva, um dos fiscais mortos. Ele era conhecido por ser rigoroso e ter conduta ilibada.

"Ele não determinou que fossem mortos quatro pessoas. Participou de um homicídio. O Código Penal é claro: quem, de qualquer modo, concorre para o crime, deve responder à medida da sua culpabilidade", afirmou Lopes. O advogado disse que Castro está arrependido e que vai pedir para ser condenado pelo que fez. "Ele não está vindo aqui para pedir clemência, para pedir para ser absolvido", afirmou Lopes.

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Réus da chacina de Unaí podem ser ouvidos no terceiro dia de júri Delator reafirma que Norberto Mânica é mandante; defesa contesta delação Testemunha diz em júri que Norberto Mânica atendeu ligação sobre mortes Viúva diz que Norberto Mânica ameaçou vítima da chacina de Unaí Delegado diz em júri que Norberto Mânica é mandante de chacina Norberto Mânica e mais um vão a júri em BH pela chacina de Unaí Júri condena três a mais de 220 anos de prisão pela Chacina de Unaí Réu delator aponta Norberto Mânica como mandante da chacina de Unaí Segundo a defesa, José Alberto de Castro foi procurado pelo também empresário Hugo Pimenta para indicar um executor. “Ele quer ser condenado pelo homicídio do Nelson, porque isso foi o que foi acertado. Foi para isso que ele foi procurado. O senhor Hugo pediu a indicação de alguém para matar o Nelson. Ele foi a Formosa, procurou o senhor Chico Pinheiro, fez a indicação, acompanhou o senhor Chico Pinheiro", detalhou. Citado pelo advogado, Chico Pinheiro é Francisco Elder Pinheiro. Ele foi acusado de ter contratado os matadores e morreu há dois anos.

Arrolado como testemunha da acusação e da defesa, o delator Hugo Pimenta também é réu no processo e será julgado em novembro. Nesta quarta-feira (28), ele afirmou em depoimento que José Alberto de Castro teria intermediado o contato entre Norberto Mânica e Chico Pinheiro. No depoimento, Hugo Pimenta disse que não está envolvido na contratação dos pistoleiros.

"Ao contrário do que o seu Hugo diz não há relação nenhuma do senhor Norberto com o senhor José Alberto. Eles não tinham relação pessoal alguma e isso ficou patenteado. O delegado de Polícia Federal dr. Antônio Celso, que fez a investigação disse ontem aqui, categoricamente, que não foi apurada nenhuma relação pessoal entre José Alberto e Norberto", afirmou o advogado de José Alberto Castro.

A sessão do terceiro dia de júri foi aberta por volta das 9h10. Pela manhã, houve a apresentação de mídias e a leitura de documentos do processo. O juiz federal Murilo Fernandes de Almeida, que preside o júri, afirmou que esta fase será de 3 horas corridas para cada parte. Após este tempo, os réus devem ser chamados para depor. Na sequência, está previsto o debate entre a defesa e a acusação. O júri começou nesta terça-feira (27). Testemunhas de defesa e acusação já foram ouvidas nos dois primeiros dias.

Antes do intervalo para almoço, o advogado Lúcio Adolfo, que representa Pimenta, pediu que não houvesse acareação entre o cliente e José Alberto de Castro. O procedimento havia sido pedido ontem pela defesa de Castro, que, nesta quinta-feira (29), disse que não insistiria. Diante disso, o juiz Murilo Fernandes de Almeida determinou que não haverá acareação.

No segundo dia de júri, o delator da chacina de Unaí, Hugo Pimenta, também reafirmou que Norberto Mânica foi o mandante do crime, ocorrido em 28 de janeiro de 2004, no Noroeste de Minas Gerais. Durante o depoimento, nesta quarta-feira (28), ele contou em detalhes a versão dele para o crime, desde as conversas e a decisão de contratar pistoleiros para matar o fiscal. Ao longo do depoimento, que durou mais de três horas, as defesas do fazendeiro e de José Alberto de Castro apontaram supostas contradições entre a fala de Pimenta no Tribunal do Júri e nos registros do acordo de delação, tentando por em xeque o acordo de colaboração.

Além dos dois réus, ainda serão julgados o ex-prefeito de Unaí, Antério Mânica, irmão de Norberto, e o delator Hugo Alves Pimenta. Este último conseguiu que seu processo fosse desmembrado e será julgado separadamente, no dia 10 de novembro. O ex-prefeito enfrentará o júri no dia 4 de novembro, todos na mesma corte.

Fonte: G1
 
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