Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Olhando de longe, tudo é belo.
Tácito
21/08/2015

Contra o golpismo, 75 mil ocupam as ruas em defesa da democracia em SP

A Largo da Batata, em São Paulo, foi tomado por centenas de milhares de manifestantes nesta quinta-feira (20) que, empunhando cartazes, faixas e bandeiras, reafirmaram a defesa da democracia, contra o golpismo e pelo mandato legítimo da presidenta Dilma Rousseff. O ato, convocado pelas centrais sindicais e mais de 50 entidades do movimento social, foi apenas a concentração da manifestação que seguiu pelas ruas da cidade até chegar ao vão livre do Masp, na Paulista.

Por Dayane Santos

A reportagem do Portal Vermelho acompanhou a concentração que iniciou por volta das 15 horas. Aos poucos, homens, mulheres, jovens, crianças, idosos foram ocupando a praça e, por volta das 18 horas, já eram mais de 60 mil pessoas. Quando os manifestantes chegaram à Paulista, eram mais de 75 mil.

A defesa da democracia e o rechaço à intolerância deram o tom da manifestação. Cartazes com os dizeres ?Fica Dilma!?, ?Não vai ter golpe!? e ?Trabalhador não vai pagar pela crise. Taxação das grandes fortunas já!?, podiam ser vistos por todo o protesto.

Homenagem às vítimas da chacina

O ato político foi iniciado com uma homenagem as 18 pessoas, em sua maioria jovens, assassinados em chacina na região de Osasco e Barueri, região Metropolitana de São Paulo. Enquanto era feita a leitura do nome de cada uma das vítimas, a multidão gritava ?presente?.

?Nós não temos moral seletiva?, disse Guilherme Boulos, do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), se referindo ao ato realizado no domingo convocado pela oposição golpista. ?Não ouvimos o som das panelas pelos 18 mortos da chacina de Osasco?, enfatizou Boulos, afirmando que ?essa gente não gosta do povo, a não ser que esteja no elevar de serviço?.

Diferentemente do ato de domingo, a juventude teve presença marcante no protesto. Com instrumentos de percussão, militantes da União da Juventude Socialista, a UJS, puxavam palavras de ordem e reafirmaram o compromisso com o Brasil.

Carina Vitral, presidente da União Nacional do Estudantes, a UNE, destacou: ?Essa passeata é muito diferente da realizada no último dia 16 de agosto. Aqui está a diversidade do povo, com estudantes e trabalhadores. Nós defendemos a democracia. A juventude está do lado do avanço e não do lado de quem pede a intervenção militar e o retrocesso?.

Contra o retrocesso, Carina também defendeu a ampliação de direitos como as políticas públicas de educação e inclusão social, principalmente na garantia de programas como Fies e ProUni.

Agenda dos trabalhadores

O presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adílson Araújo, ressaltou que além da defesa da democracia, o protesto também reivindicava uma agenda garantias dos direitos e pelo desenvolvimento econômico.

?Estamos aqui para pisar no calo dessa elite. Para dizer que a nossa agenda, a agenda do povo, quer a taxação das grandes fortunas. Nosso projeto quer mais investimentos na Educação e para isso temos que defender a Petrobras que eles querem entregar?, declarou Adílson.

Guilherme Boulos, do MTST, também defendeu que o governo federal precisa ter uma agenda pautada nas reivindicações do povo. ?Queremos uma saída popular para a crise que coloque o ajuste no lombo dos ricos?, defendeu.

PCdoB presente

O presidente municipal do PCdoB de São Paulo, Jamil Mourad, afirmou que a polarização política é resultado do inconformismo da direita, que não aceita a quarta vitória consecutiva das forças progressitas. "O povo trabalhador e os estudantes estão nas ruas em defesa da liberdade, da demcoracia e do resultado legítimo da eleição, que a direita não quer aceitar. Eles não respeitam a democracia, pois para eles a democracia é só quando eles ganham. Quando eles perdem querem virar no tapetão. Nós estamos aqui para dizer que não vai haver virada de mesa", disse.

?A hora agora é de unir o Brasil pela democracia, pela retomada do crescimento e para preservar os direitos dos trabalhadores?, afirmou o deputado federal e presidente estadual do PCdoB de São Paulo, Orlando Silva, que qualificou o ato como uma ?manifestação extraordinária?.

?É uma manifestação onde os movimentos sociais reafirmaram o seu compromisso com a democracia e, ao mesmo tempo, reivindica uma pauta que garanta mais direitos. Acredito que tão importante quanto a Agenda Brasil, apresentada pelo Senado, é essa agenda apresentada neste ato?, destacou o parlamentar comunista.

Segundo ele, ?caberá ao governo dialogar com essa agenda reconhecer a importância dos vários temas pautados e unir o Brasil?.

Fonte: UOL
 
+ Clipagem

Brasil vive apagão estatístico sobre mercado de trabalho - Sem dados de IBGE, Caged e seguro-desemprego, país pode ficar sem saber dano do coronavírusFernanda Brigatti

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br