Pesquisa Notícias:
   
 
INSTITUCIONAL
Sobre a Agitra
Diretoria
Estatuto Social
 
SERVIÇOS
Verbo
Convênios
Turismo
WikiTrabalho
Pesquisa Conteúdo
Fale Conosco
Acesso Restrito
 
DIÁLOGOS COM A AUDITORIA DO TRABALHO

Segurança e as Novas Tecnologias na Construção Civil

Higiene Ocupacional: Quebrando Paradigmas

Devemos tratar nossos amigos como queremos que eles nos tratem.
Aristóteles
22/05/2015

Corte orçamentário não vai paralisar governo, afirma Dilma

A presidente Dilma Rousseff afirmou nesta quinta-feira (21) durante entrevista no Palácio do Planalto que o governo não vai parar devido ao corte orçamentário a ser anunciado nesta sexta (22).

Segundo estimou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o corte no Orçamento 2105 da União ficará entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões. O Orçamento deste ano prevê receita líquida de R$ 1,2 trilhão (21,9% do PIB) e despesas primárias totais ? sem contar gastos com juros e amortização da dívida ? de R$ 1,1 trilhão (20,9% do PIB).

"Nenhum contingenciamento vai paralisar o governo", declarou a presidente após encontro com o colega uruguaio, Tabaré Vázquez. Segundo ela, o bloqueio de recursos é como uma economia feita em casa para se pagar contas.

Dilma não quis antecipar qual será o tamanho do corte, mas reafirmou que será "adequado".

?O governo fará na sexta o anúncio sobre seu contingenciamento. Tem gente que acha que o contingencimento do governo vai ser pequeno. Não vai. Vai ser um contingenciamento, e dou o conceito, não o número: não tão grande que não seja necessário nem tão pequeno que não seja efetivo, que não provoque nada. Tem de ser absolutamente adequado. Nenhum contingenciamento paralisa governo. O governo gasta menos em alguma coisa. É isso?, disse a presidente.

Dilma defendeu a aprovação pelo Congresso das duas medidas provisórias e do projeto de lei enviados pelo governo para realizar o ajuste fiscal destinado a reequilbrar as contas públicas. A MP 664 restringe o acesso à pensão por morte e a 665, ao seguro-desemprego, ao abono salarial e ao seguro-defeso. O projeto de lei reduz as desonerações fiscais concedidas pelo governo em anos anteriores a diferentes setores da economia.

A presidente justificou a necessidade da adoção das medidas contidas nas MPs e no projeto de lei. Segundo ela, a crise internacional entrou no oitavo ano, e o Brasil esgotou os instrumentos empregados pelo governo para combatê-la ? subsídios, expansão do crédito e desonerações.

"Tem um limite. Agora, temos de recompor nossas contas fiscais com essas duas MPs e o PL", declarou.

Embora defendendo a aprovação das medidas pelo Congresso, Dilma afirmou que não pode fazer prognósticos em relação à decisão dos parlamentares porque "tem de se respeitar a discussão".

saiba mais

Após acordo, Senado adia votação da MP do seguro-desemprego

Relator quer criar regra de exceção no projeto que reduz desoneração

Dilma fala em 'cortes' e em bloqueio 'significativo' do Orçamento de 2015

Entenda as medidas do ajuste fiscal

?Se vocês [jornalistas] me perguntarem o seguinte: 'o que você quer?' Eu digo: 'quero a aprovação, eu espero a aprovação'. Por quê? Porque, para o Brasil virar esta página, é fundamental que nós façamos um ajuste?, concluiu.

Questionada sobre uma manifestação do senador petista Lindbergh Farias (RJ), que sugeriu a demissão do ministro da Fazenda, Joaquim Levy, a presidente afirmou que as pessoas podem pensar diferentes porque o país é democrático.

"Eu não tenho a mesma posição sobre o ministro Joaquim Levy que o senador. O Joaquim Levy é da minha confiança e fica no governo", declarou.

Lindbergh Farias é um dos dois senadores do PT ? o outro é Paulo Paim (RS) ? que, ao lado de outros nove senadores de diferentes partidos, anunciaram nesta quarta que votarão contra a MP 665, do seguro-desemprego. A MP já foi votada na Câmara e teve a apreciação no Senado adiada para a próxima terça-feira.

Mercosul e União Europeia

Após encontro com o presidente uruguaio, Dilma fez uma declaração oficial na qual afirmou que é preciso ?aperfeiçoar? o Mercosul, bloco econômico formado por Brasil, Uruguai, Paraguai, Argentina e Venezuela. Ela disse ainda que o grupo precisa ?avançar cada vez mais?.

Para a presidente o bloco é ?ambicioso? quanto ao processo de integração dos países que o compõem e conseguiu nos últimos anos resultados ?bastante expressivos?. Dilma destacou o fluxo comercial entre os países do bloco e afirmou que em 2014 as exportações e importações entre os países somaram no ano passado US$ 52 bilhões.

Ela também citou a proposta de acordo entre o Mercosul e a União Europeia, que está em fase de elaboração das propostas comerciais. ?Eu gostaria de destacar ainda o acordo com a União Europeia como sendo um dos passos estratégicos na área de comércio internacional da região. Fazer o acordo entre o Mercosul e a União Europeia ainda este ano é a prioridade da agenda externa do bloco?, concluiu.

Fonte: g1
 
+ Clipagem

Reforma da Previdência - 44 coisas que você não pode deixar de saber - Leiam a matéria em anexo. Repense, reavalie esta Reforma da Previdência proposta. Faça sua parte, ajude na di

Negociação coletiva é importante para patrão e empregados - Por André F. WatanabeO mundo do trabalho passa por constantes mudanças. Com elas, os desafios de compreender qu

Carreiras de Estado repudiam estratégia do governo de culpar servidor pela crise econômica - O Fórum das Carreiras de Estado (Fonacate) divulgou nesta sexta-feira (1º) nota à imprensa e à sociedade repudiando a es

ANFIP - TCU suspende pagamento de bônus para aposentados - A ANFIP publicou matéria sobre a suspensão do pagamento de bônus para aposentados e pensionista. A notícia está assim re

Dívida Explode. Por que? - Dívida explode. Por que?Auditoria Cidadã da Dívida25/7/2017Hoje os jornais alegam que a dívida pública federal

+ Notícia

 
AGITRA - Associação Gaúcha dos Auditores Fiscais do Trabalho
home | Fale Conosco | localização | convênios
Av. Mauá, 887, 6ºandar, Centro, Porto Alegre / RS - CEP: 90.010-110
Fones: (51) 3226-9733 ou 3227-1057 - E-mail: agitra@agitra.org.br