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18/05/2015

Dilma adota agenda de ajustes que exige certa coragem, diz Levy

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, voltou a defender neste sábado, em Florianópolis (SC), o ajuste fiscal que vem sendo implementado pelo governo federal e a pedir o apoio do setor privado na tentativa de retomar o crescimento da economia brasileira. "Este ano a gente tem feito ajustes. A presidente Dilma tomou esta agenda, que eu acho que envolve certa coragem", disse à plateia de cerca de 400 pessoas, formada basicamente por empresários e lideranças estaduais.

Como tem feito ultimamente, Levy explicou que as transformações ocorridas na economia global nos últimos anos - que envolvem a herança do colapso internacional de 2008 e o fim do superciclo das commodities - levaram a uma situação "em que era necessário mudar". Ele ponderou, no entanto, que muitos governos esperam uma crise para mudar, e que o Brasil fez uma opção diferente. "Aqui a gente preferiu fazer o ajuste para não ter uma ruptura", disse.

Segundo ele, o governo decidiu "recalibrar", principalmente na área fiscal, porque começou a ver "o espectro de uma deterioração fiscal muito significativa", o que gerou um risco de downgrade por parte de agências de classificação de risco e teve efeitos sobre a taxa de juros, travando investimentos.

Ele lembrou que as políticas anticíclicas adotadas pelo governo em anos anteriores se mostraram insustentáveis. "Elas começaram a ter cada vez menos efeito. Em 2014 nós não crescemos, e em 2013 crescemos pouco", disse. "É evidente o que a presidente (Dilma Rousseff) chamou de esgotamento da política que vinha sendo conduzida, e a grande necessidade de se traçarem novos direcionamentos." Antes da palestra, Levy tomou café da manhã com o governador catarinense, Raimundo Colombo, e recebeu alguns líderes industriais. Ao terminar o pronunciamento, pouco antes do meio-dia, na sede do governo, o ministro seguiu para Joinville, no norte do Estado, onde cumpriria agenda.."

Fonte: Estadão
 
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