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Publilius Syrus
11/05/2015

Ministro do Trabalho diz não temer perda do cargo após PDT votar contra ajuste do governo

O ministro do Trabalho, Manoel Dias (PDT), negou nesta terça-feira que exista a possibibilidade de ser demitido após o seu partido votar contra o ajuste fiscal na Câmara dos Deputados. Em votação da Medida Provisória 665, que alterou as regras de concessão do seguro-desemprego, todos os 19 deputados do PDT se posicionaram contra o governo. O ministro participou de comemoração dos 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, realizada no Aterro do Flamengo, Rio de Janeiro.

- Não existe ameaça (de perda do cargo). O PDT está muito bem. A bancada tomou uma posição que entendeu ser a mais correta, e ela tem autonomia para isso - afirmou. Perguntado se a postura do partido o deixava em situação complicada, ele apelou ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à "pluralidade" da base aliada.

- Não há constrangimento. Quando acertamos de ingressar no governo Lula, o partido colocou essas questões, de que iríamos participar de um governo plural e que o PDT tem as suas cláusulas pétreas, e que ele não ia renunciá-las. E o presidente Lula entendeu que era uma posição partidária.

Manoel Dias evitou comentar nesta sexta-feira a ausência da presidente Dilma Rousseff no evento que homenageou os pracinhas - veteranos da Segunda Guerra. Ele foi o único representante do primeiro escalão do Planalto na cerimônia, após desistência da presidente.

- Não sou eu que teria que responder, não é?

A solenidade foi realizada em espaço público, em monumento que homegeia os combatentes das Forças Armadas durante a guerra. Durante a cerimônia, foram lidos discursos do ministro Jaques Wagner (Defesa), também ausente, e da presidente Dilma. Após a leitura do texto de Dilma, cerca de 20 manifestantes que estavam fora da área restrita gritaram contra a presidente: - Fora, Dilma! - berraram eles, que foram escutados pelas autoridades presentes.

Dentre os manifestantes, estavam pessoas a favor da intervenção militar e Eron Morais de Melo, que se fantasiou de Batman para pedir a renúncia da presidente.

Fonte: Agência Globo
 
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