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10/04/2015

A crise não é econômica, é política, diz ministro do Trabalho em BH

O ministro do Trabalho, Manoel Dias, disse nesta quinta-feira (9), em Belo Horizonte, que o Brasil não enfrenta uma crise econômica, mas sim política. Ao comentar os dados sobre a taxa de desemprego do trimestre encerrado em fevereiro de 2015 (7,4%), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ele afirmou que há uma ?campanha? no país para criar dificuldades.

?Essa campanha que se empreende no Brasil de procurar criar uma opinião na opinião pública, uma situação de grave crise, ela afeta. Porque a crise não é econômica, a crise é política. E a política influencia a economia. Então muita gente que ia empreender, deixou de empreender, muita gente que ia adquirir um automóvel, por exemplo, protelou essa aquisição, outros que iriam comprar um apartamento protelaram, mas não quer dizer que a economia está em crise e que nós vamos deixar de crescer num prazo muito pequeno?.

A taxa de desemprego apresentada nesta quinta-feira é a maior desde o período de março a maio de 2013. O ministro reconheceu que os primeiros meses do ano não foram favoráveis à geração de emprego, mas afirmou que a situação já está sendo controlada. "Fevereiro já estancou a diminuição da geração de emprego?, disse.

Dias acredita que a situação seja passageira e disse estar otimista e ser realista. Para ele, no decorrer deste semestre, a capacidade de geração de emprego será recuperada.

De acordo com o ministro, o governo federal tem tomado medidas para que a economia possa se reestabelecer. ?Nós vamos continuar na trilha de manter o Brasil alheio, senão de todo, pelo menos majoritariamente, à crise que o mundo está sofrendo. Quem está em crise não é o Brasil, quem está em crise é o mundo?, justificou.

Terceirização

Questionado sobre o Projeto de Lei 4330, que amplia a terceirização no país, o ministro afirmou ser a favor da regulamentação, mas disse não estar de acordo com o texto principal aprovado nesta quarta-feira (8) pela Câmara.

?Eu sou a favor da regulamentação, contra a precarização do trabalho e do que ela possa causar. (...) Eu não estou de acordo no momento [com o texto aprovado], mas acredito que as medidas propostas, que são os destaques, eles haverão de corrigir as deficiências que possam existir na proposta aprovada?, avaliou.

Na capital mineira, o ministro se reuniu com representantes da Federação do Comércio de Minas Gerais (Fecomércio), Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg) e centrais sindicais.

Pnad

No mesmo trimestre do ano passado, a desocupação havia ficado em 6,8%. O índice também ficou acima do registrado no trimestre encerrado em novembro de 2014 (6,5%).

Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, que substituirá a tradicional Pnad anual e a Pesquisa Mensal de Emprego (PME) e passa agora a ser divulgada mensalmente. A Pnad abrange 70.464 municípios.

No período de dezembro a fevereiro, o IBGE estimou que havia 7,4 milhões de pessoas desocupadas no país. No trimestre anterior, de setembro a novembro, o número era menor, de 6,5 milhões.

Já o número de ocupados foi estimado em 92,3 milhões. No confronto com o trimestre de setembro a novembro, esse número teve redução de 0,4%.

Salários

O rendimento médio real chegou a R$ 1.817 ? valor 1,1% acima do registrado no trimestre encerrado em fevereiro do ano anterior (R$ 1.798). Frente ao trimestre encerrado em novembro, o aumento foi de 1,3%.

A massa de rendimento real recebida em todos os trabalhos cresceu 2,2% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior e atingiu R$ 162 bilhões. Em relação ao trimestre encerrado em novembro, o aumento foi de 0,7%.

Nível de ocupação

Segundo o IBGE, o nível de ocupação foi estimado em 56,4%, apresentando retração de 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de setembro a novembro de 2014. Em um ano, o nível caiu 0,6 ponto percentual. O nível de ocupação é a proporção entre pessoas ocupadas e pessoas com idade de trabalhar (14 anos ou mais).

Fonte: G1
 
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