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Pascal, Pensés, I,9,17
11/02/2015

Pressão das Centrais Sindicais sinaliza resultado positivo contra retrocesso trabalhista

Pressão das Centrais Sindicais sinaliza resultado positivo contra retrocesso trabalhista

Após um dia de pressão no Congresso Nacional, representantes das Centrais Sindicais avaliaram como positivo o saldo da agenda de reuniões com deputados e senadores. Parlamentares admitiram rever as alterações em benefícios trabalhistas propostas pelas Medidas Provisórias 664 e 665. Anunciadas no final do ano passado pelo governo Dilma, as MPs dificultam o acesso a direitos trabalhistas e previdenciários básicos como seguro-desemprego, abono salarial, seguro-defeso, pensão por morte, auxílio-doença e auxílio-reclusão.

Para o presidente da Federação dos Empregados no Comércio do Estado de São Paulo (Fecomerciários), Luiz Carlos Motta, esse é um sinal de que pode haver um recuo em relação às medidas: ?É mais uma vitória nessa luta. Da maneira como estão, as medidas provisórias representam o retrocesso dos direitos trabalhistas, algo inaceitável na realidade brasileira. É vital que nós, representantes dos trabalhadores, continuemos mobilizados e pressionando?, comenta.

Direitos fundamentais

Motta explica que as MPs como trazem maior prejuízo exatamente para as classes que mais necessitam de amparo. A mudança no seguro-desemprego, que torna obrigatórios 18 meses de trabalho anteriores à sua primeira solicitação, por exemplo, pode ser um golpe na estabilidade econômica dos trabalhadores que estão começando suas carreiras.

?A categoria comerciária é dominada por trabalhadores jovens - cerca de 28% dos comerciários possuem de 18 a 24 anos e 19% estão entre 25 e 29 anos. Geralmente eles estão em seu primeiro emprego, buscando estabilidade e independência financeira para pagarem seus estudos ou ajudar no sustento de suas famílias. Diminuir os direitos trabalhistas de alguém nessa condição é inaceitável?, finaliza Motta.

Fonte: RS Press
 
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